
Veja como o país vizinho está combatendo o comércio ilegal de moedas digitais em seu território.
O mercado de criptomoedas está crescendo e isso na avaliação dos analistas é positivo. Porém, ao mesmo tempo que o segmento cresce, o entendimento é de que atividades ilícitas no setor precisam ser combatidas.
Neste contexto, algumas instituições estão fazendo isso. Um exemplo é o da Autoridade Tributária da Argentina (AFIP) que anunciou neste ano que, de maneira inédita, fará operações para localizar mineradores ilegais de criptomoedas.
A primeira ação ocorreu na província de San Juan, onde a AFIP localizou um produtor agrícola que alocava equipamentos de mineração de criptomoedas em uma área de resfriamento de frutas.
A entidade não localizou a quantidade de equipamentos apreendidos. Ainda na Argentina, a AFIP realizou operação em uma empresa de criptomoedas que atua em Buenos Aires. O motivo foi que a companhia estava instalada em um local registrado para outros fins comerciais. Nesse local, foram encontrados 142 equipamentos e 1.335 placas de vídeo.
Além dessas, outra incursão da AFIP teve como destino a província de Córdoba. Porém, os detalhes da operação não foram divulgados oficialmente.
Legislação
Atualmente, a Argentina não possui registro oficial para mineradores de criptomoedas e muitas empresas operam ilegalmente. Diante desse cenário, a maior parte dos mineradores realiza a atividade de forma secreta, com o objetivo de escapar do pagamento de impostos e aproveitar as tarifas de eletricidade residencial, que são significativamente subsidiadas em relação às taxas de energia industrial.
Como investir legalmente nas criptomoedas?
Um dos aspectos a serem levados em consideração é a escolha da corretora de criptomoedas que vai assessorá-lo, também conhecida como exchange. As exchanges funcionam de uma maneira similar a uma corretora tradicional da bolsa de valores, buscando intermediar a negociação entre os players do setor. A diferença é que as exchanges vão articular a compra e venda no mercado financeiro somente de moedas digitais.
Mas como escolher uma exchange para conduzir nesse processo? A avaliação dos especialistas do setor é de que o primeiro passo é verificar os dados dos associados da corretora, observando informações como CNPJ, telefone, endereço físico, entre outras referências.
Além disso, também é válido avaliar se não existem processos em andamento contra a plataforma de exchanges na esfera judicial. Outra questão relevante é ficar atento às alíquotas e taxas cobradas que ela cobra dos seus clientes, no que diz respeito a saques, depósitos e transferências, bem como os limites de cada operação.
Também é essencial observar se a empresa atende você de forma personalizada, no que se refere ao portfólio de criptomoedas disponíveis.