Com a palavra, os leitores (Por Paulo Figueiredo)


Advogado Paulo Figueiredo(AM)
Advogado Paulo Figueiredo(AM)

Em artigo publicado neste espaço e no Facebook, tratei da proibição de mudanças de nomes de ruas em Manaus. Reproduzo, de forma resumida, as mensagens que recebi de vários leitores desta coluna, pela verdade que traduzem e pela importância que encerram.

Ilídio Almeida Lima (médico) – Não bastasse a bagunça generalizada, que torna impossível localizar com precisão uma residência, principalmente na periferia, a cada legislatura nossos “notáveis edis”, sabe-se lá com que interesse, renomeiam ruas e logradouros a seu bel prazer, destruindo a memória da cidade. O projeto vem em boa hora e esperamos que não se transforme em letra morta.

Nelson Azevedo dos Santos (economista) – Parabéns pelo artigo. No passado questionei um vereador, que não fazia outra coisa a não ser trocar nomes de ruas da cidade. Perguntei dele se havia feito algum acordo com os Cartórios de Registro de Imóveis, porque aquela mudança representava ônus para o cidadão, além de destruir a memória da cidade. Mozart Sales Aguiar (economista) – Imaginem quem chega a Manaus, aluga um carro e usa o GPS?

Ursulita Alfaia (poeta) – Curtimos e concordamos com seu artigo de hoje. Ana Lins (administradora) – Excelente texto. Moro na “antiga” Rua Recife. Pode ser antiga, mas sempre será a referência de onde moro. Aurélio Michiles (cineasta) – Os nomes das ruas da Vila Municipal (Adrianópolis) homenageiam as capitais dos estados brasileiros. E, na Cachoeirinha, as cidades amazonenses. Manoel Alexandre (economista) – Excelente. Somente isto.

Socorro Góes Lyra (advogada) – Parabéns pelo artigo. Quero dizer que moro no Residencial Adrianópolis, demarcado por quadras, e hoje tem vários nomes de ruas. Minha casa tem 3 CEPs, o que nos causa transtorno todos os dias com as correspondências. Um absurdo.

Maria Ivanilde Maciel (professora) – A Recife continuará a ser a rua Recife, tal como a Paraíba e a Belém. A rua onde moro já está no terceiro nome, mas quando eu faço uma compra com entrega a domicílio, se não acrescentar ‘na antiga rua 6’, fica difícil localizar. Nilson Pimentel (professor) – Forasteiros chegam ao poder e trocam nomes de logradouros públicos que sempre homenagearam a memória de famílias antigas e tradicionais da cidade. Valeu muito seu artigo, abaixo o desrespeito.

Francisco Cruz (economista) – É triste ver uma cidade depender de uma lei para que seu parlamento pare de destruir a sua história. Salvani Araujo (empresária) – Concordo, pois fico com cara de boba com a troca de nomes de determinadas ruas. Pandatitan Informática – Excelente. Depois que mudaram os nomes das ruas de Manaus, nos últimos 10 anos, a entrega de documentos públicos foi prejudicada em até 16% e esse índice não se alterou. O Correio que o diga, pois não conseguiu atualizar seu sistema.

Ozorio José Menezes Fonseca (amazonólogo e professor) – Deveria ser proibido colocar nome de mãe de politico em unidades de saúde. Franklin Pazuello (empresário) – Concordo com todos os comentários de seu artigo a respeito da troca de nomes de ruas em Manaus.

Joana Meirelles (juíza) – Excelente artigo! Sempre me causou indignação essa troca de nomes de ruas. Querem prestar homenagem, ótimo, mas coloquem em ruas novas. Jeferson Garrafa Brasil (administrador) – Perfeito esse projeto. Vou mais além, que se pergunte aos moradores se eles preferem os nomes atuais ou se querem a volta dos nomes antigos.

Nana Campelo (funcionária pública) – Como sempre, você fala por nós, por nossos anseios. A troca de nome das ruas de Manaus é uma afronta e desrespeito aos moradores. Continuo chamando ruas Paraíba e Recife. Quando mudaram o nome da Recife, um amigo que tinha uma empresa ali teve que pagar mais de R$ 8.000,00, em consequência da troca de endereço nos documentos de sua empresa. Queira Deus que essa lei seja aprovada prá acabar com essa chateação.

George Dantas (analista politico)- Belo artigo para seus leitores, que traz à tona essa bagunça que são os nomes das ruas de Manaus. Lembro quando criança, morava na Cachoeirinha, onde as ruas eram nomes dos municipios do interior. Rosangela Almeida de Andrade (funcionária pública) – ‪ Já é difícil encarar alguns cidadãos, conhecendo-lhes os nomes. Imagine aguentá-los estampados em obras que não lhes pertence!

Carlito De Carli  (empresário) – Parabéns pelo artigo. João Pinduca Rodrigues (jornalista) – Mestre, parabéns pelo artigo.  Andrea Esther Lyra Benzecry (bioquímica) – Excelente artigo. Irna Leal (funcionária pública) – Adorei, aplausos.

Vânia Nóvoa Tadros (historiadora) – Lindo, tão lindo como a época de Natal que estamos vivendo. Por isso, ainda moro na Belém. Le Tomaselli (empresária) – As ruas possuem os nomes de sempre, pois simplesmente ignoro as novidades. Bem oportuna sua crítica.

Erasmo Alfaia (advogado) – Gostei, como sempre, do seu artigo. Concordo com o amigo. Bem que poderíamos fazer uma campanha no sentido de mudar nomes de bairros e avenidas desses indivíduos que praticaram ou ordenaram torturas e mortes, como os presidentes da República da época da Ditadura Militar, e do tal de coronel “Jorge (Teixeira) Besteira”.(Paulo Figueiredo – advogado, escritor, comentarista político – [email protected])

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