Como usar o 13º salário para investir?

Entenda por onde começar e quais caminhos seguir para realizar um bom investimento/Foto: Reprodução

Em época de fim de ano, os assalariados com registro em carteira ou em contrato de prestação de serviços modificado recebem o tão esperado 13º salário, um dinheiro importante para os meses finais do ano e iniciais do próximo – nos quais normalmente há um aumento elevado de gastos, em virtude do Natal e das contas e despesas de janeiro, como o IPVA e o IPTU, entre outros.

Entre os usos comuns do benefício estão o investimento em bens de consumo e, em um ano tão atípico quanto 2020, muitas pessoas também usam o dinheiro para quitar as dívidas. Com mais de 60 milhões de endividados e inadimplentes no Brasil somente neste ano, o 13º vem como um respiro que pode ser vital para quitar os débitos. E, na hora de procurar por um acordo entre quem recebe o valor da dívida e quem o paga, são comuns alguns programas de renegociação de dívidas, como o Negocia Fácil Claro, os próprios programas do Serasa, Grupo Recovery, entre outros.

Agora, se mesmo depois de tirar o nome do vermelho e adquirir os bens necessários ainda sobrar aquele dinheirinho, uma das formas mais eficientes de fazer o valor render é saber como investi-lo. Confira estas quatro dicas para começar a investir!

Entenda quais são as urgências e necessidades

O primeiro passo é entender como estão as finanças, se tudo o que era importante e urgente foi devidamente pago. Antes de sair por aí gastando o valor extra, é necessário garantir o que deve ser quitado, os bens urgentes e as necessidades primárias.

O investimento é um processo lento e (normalmente) longo, que demanda paciência. Por isso, foque na organização das finanças.

Organize as finanças dos próximos meses

A partir do momento em que tudo está em ordem e quitado, é necessário organizar planilhas e anotações confiáveis para setorizar as finanças mensais. Um investimento pode ser feito apenas com um valor inicial, mas, se o objetivo for ver o valor crescer mais rápido, é necessário ter um planejamento ao longo dos meses seguintes à primeira aplicação.

Com as finanças organizadas, por meio de tabelas e anotações, fica mais claro perceber o que pode ser cortado ou substituído para que haja um valor extra – que será destinado ao investimento nos próximos meses. Depois de um primeiro investimento mais alto (é aqui que entra o 13º), as próximas aplicações podem ser menores – o importante é continuar investindo.

Conheça os processos de investimento

Falar da parte financeira pode ser um desafio para a maior parte da população. Na hora de investir, é mais do que necessário conhecer o processo, escolher um tipo de investimento que seja confiável e que se adeque ao que você precisa.

O advento da internet e do YouTube podem ajudar nesse sentido. Hoje existe uma porção de canais destinados à economia e finanças para “leigos”, que explicam passo a passo como fazer o primeiro investimento e garantir uma renda extra em um período de tempo. Canais como o “Me Poupe”, que facilita a linguagem financeira e explica todos os processos, são um dos exemplos, assim como o canal Nath Finanças, que foca em trazer conhecimento financeiro para classes menos favorecidas, para investir mesmo sem ter um valor alto.

Tenha calma e paciência

Investir dinheiro pode ser um processo longo, porque o valor revertido a quem investe normalmente é pequeno e varia de acordo com a quantidade inicial do investimento. Nesse momento, o segredo é ter uma meta preestabelecida e ter paciência para continuar dentro do processo e evitar tirar o dinheiro de lá.

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