Cura – Por Max Diniz Cruzeiro

Neuro cirurgião Max Diniz Cruzeiro (DF)

Cura é um processo finalizado de um procedimento que tira um corpo doente de uma enfermidade que o possibilita estar em harmonia consigo mesmo, com outros seres e com o ambiente.

A cura dá ao organismo o funcionamento adequado ao qual a estrutura inata do órgão foi projetada para corresponder a uma necessidade vital do organismo de um indivíduo.

Essa correspondência vital se dá num nível de funcionamento de trabalho, onde a necessidade vital funciona no mesmo grau da necessidade de urgência, sem sofrer estresse ou redução de sua capacidade de reação estando ela trabalhando no padrão normal de funcionamento.

Uma cura pode ocorrer mesmo com a presença do patógeno que acarretou uma lesão a um processamento, pela inoperação negativa do elemento que danificou um ou mais órgãos internos. No qual seu efeito prejudicial é desativado e o organismo vivo (patógeno) passa a trabalhar em sistema de interação e simbiose dentro do indivíduo.

Porém, processos de adoecimento podem decorrer de vários fatores, como por exemplo: lesão, fratura, contato com fontes ácidas, aquecimento, resfriamento, queimaduras, fontes de energia; e não ser necessariamente uma contaminação direta por algum contato com qualquer outra estrutura viva.

Neuro cirurgião Max Diniz Cruzeiro (DF)

Os procedimentos de cura são inerentes a particularidade de cada órgão. E conforme a gravidade de um trauma sobre o organismo pode levar mais ou menos tempo para uma recuperação.

Em alguns casos, dependendo do grau da enfermidade não é possível conquistar um processo de cura, e a continuidade de um tratamento passa a ser por processo medicamentoso, no qual são administradas dosagens de medicamentos que irão repor ou conter a dor, sobre a funcionalidade de um órgão que não esteja mais desenvolvendo-se dentro de suas plenas funções.

Uma pessoa é considerada curada quando a restrição ao seu comportamento e locomoção já se encontra em equilíbrio mesmo sendo necessário o uso de algum tipo de fisioterapia para um processo adaptativo.

A adaptação é utilizada muitas vezes quando a ativação da funcionalidade não é mais possível de ser obtida.
Então opta por ampliar a capacidade de outra funcionalidade a fim de que o indivíduo possa corresponder a sua necessidade por desenvolver-se socialmente e/ou laboralmente.

A gripe é um exemplo de incubação de um patógeno que após o seu tempo de atividade, mesmo presente no organismo os efeitos diretos da enfermidade são cessados, ou seja, por uso de medicamentos ou pelo fortalecimento natural do sistema imunológico através da alimentação ou a realização de exercícios.

Quando um ferimento é exposto, por vezes para acelerar o processo de cura há necessidade de costurar ou colar a região afetada, depois de prontamente lavada a fim de que o indivíduo se veja protegido por uma camada de pele que não deixará infiltrar elementos estranhos que venham a ampliar um processo ou estágio de inflamação.

O efeito de um medicamento num processo de cura é de alívio e aceleração dos efeitos que irão provocar a pronta recuperação de um paciente.

Se um indivíduo optar por um regime de cura menos agressivo do que o medicamento, dentro de um contexto de naturalidade, pode utilizar de algum tipo de somatoterapia a fim de organizar as suas funcionalidades.

Agora, do ponto de vista que o uso de ervas aromáticas, plantas e minerais em processos de cura, pode parecer mais agressivo do ponto de vista da pureza dos materiais, no qual o remédio é muito mais sutil e dispõe da capacidade certa de promoção do efeito esperado.

O problema dos medicamentos comumente distribuídos em meio farmacêutico é a pesquisa e aprovação cada vez mais frequentes de materiais medicamentosos que aliviam o sintoma, permanecendo o indivíduo enfermo sem o uso constante do medicamento, sendo que a causa principal não é reconstituída para que o indivíduo tenha o seu processo de cura definitivo.

Por isto a maioria dos remédios são considerados drogas no qual uma pessoa somente pode ter contato se fizer uso de uma prescrição médica. Que se torna responsável pela aplicação do medicamento.

O tempo em qualquer caso é necessário para que o aparelho biológico possa se recompor. Portanto é comum em qualquer tipo de enfermidade que uma pessoa se ausente de suas atividades laborais para cuidar de seu tratamento para que sua saúde seja recomposta.

Quando a cura barra o sintoma, pode ser que o indivíduo que possua ainda o seu órgão com algum problema em que a causa não fora controlada, possa desencadear outros sintomas em outras partes específicas do corpo, como num fenômeno de migração do adoecimento.

O uso de processos preventivos como, por exemplo, uma vacinação poderá organizar para que um indivíduo tenha uma cura autoimune antecipada caso venha a ter contato com a externalidade da doença.

O uso de preservativos artificiais ou naturais podem reduzir a infecção provocada por vírus, bactérias e vermes provocando por antecipação um tipo de cura preventiva.

A cura é um processo natural de retomada do equilíbrio de um ser humano para o seu convívio social, onde está pronto para usufruir as benesses da vida.

É estar em harmonia consigo mesmo e diante das forças da natureza para que se possa aproveitar a vida em toda a sua plenitude. Ainda não existe cura para a morte e não existe cura para a velhice (2017). O contato com a natureza pode trazer muitos benefícios como também aproximar doenças por esta interação.

Fraternalmente,

Max Diniz Cruzeiro

 

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