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Desilusão – Por Max Diniz Cruzeiro

Neuro cirurgião Max Diniz Cruzeiro (DF)
Escrito por Redação II

Desilusão é um estado em que um indivíduo se encontra orientado projetivamente de forma distanciada da realidade, e por uma razão em que se projeta um indício de consciência em sua mente é capaz de se vincular novamente com a realidade grupal e perceber que estava afastado dessa realidade, no qual brota sentimentos pesados, de vazio, de amargura em relação aos seres e coisas que faziam laços com a projeção mental.

Uma pessoa quando se ilude ela se vincula com algo místico que de certa forma se entrelaça com alguma abstração interna que ela queira muito que seja parte do vínculo com a realidade.

Porém a ilusão cria um tipo de subjetividade em que a pessoa vai gradativamente se afastando da realidade. Quando um processo de desilusão se instala, ela passa a se ressentir da projeção em que ela se tornava em vínculo, ou seja, iludida.

A desilusão traz para si um tipo de atitude de ressentimento, de dor psíquica, de uma externalidade que afeta a alma do indivíduo, de uma tristeza de um vazio, de uma manifestação de uma falta, em que princípios de sinergia não estejam inclusos dentro de uma simbiose com o vínculo projetivo.

Parte de uma cisão onde o indivíduo não mais funde a sua percepção com a ilusão. E passa a contrapor ao modelo de tudo aquilo que um dia ele passou a representar eu seu interior como sendo a verdade cristalizada de algo que se construiu como sendo a representação daquilo que era mais verdadeiro dentro de si mesmo.

Uma pessoa desiludida sofre porque gerou apego a uma idealização do seu pensamento, e não consegue mais suportar essa dor quando não percebe mais que a ideação não está contida dentro do espectro ambiental.

Então ela se sente forçada a renunciar ao seu modelo de pensamento para que o raciocínio não mais incuta em sua psique um tipo de processamento mental que seja ativado para lembrar a projeção fornecida por essa ilusão que estava fabricada em sua mente.

A ilusão gera um tipo de vazio e uma ausência da coisa que estava antes represada. E para suprir essa falta é necessário colocar algo no seu interior, mesmo que seja a realidade crua e nua das evidências.

Geralmente a desilusão acontece em pessoas que estejam acometidas de uma paixão intensa, ou pessoas que dão muito crédito a palavra humana, no qual quando no ambiente percebem um comportamento anômalo, divergente do verificado em suas projeções de vida, partem para a tentativa de uma ressignificação, no qual se tenta desconstruir a subjetivação existente.

O ser humano ainda não aprendeu a utilizar toda a sua capacidade cerebral, diante de uma evidência é muito comum que uma pessoa se perca dentro de um elo racional no qual ela acabou de construir em sua mente, partindo de um princípio de regularização, no qual toda evidência que se soma adquire uma constância como um modelo de comportamento modal que passa a refletir o que se pensa de outra pessoa.

Esse modelo de regramento modal serve para gerar um tipo de propagação de um estímulo em que a probabilidade de ação do comportamento fica cada vez mais ativo e operante no decorrer do processamento das informações.

A conclusão lógica é que dentro deste modelo o raciocínio de um indivíduo passa a ser orientado dentro de um positivismo dentro do elo relacional que faz com que o pensamento fique sempre em constante sintonia com um tipo de desenvolvimento e estrutura de ação que permite que a projeção mental floresça sem divergência de sentido sempre dentro do argumento que irá sugerir a força de propagação da ação.

Então quando um raciocínio pega uma trilha como uma identificação que cria uma identidade sobre a retórica, o indivíduo abastece o intelecto com projetivamente o que se chama de ilusão.

Neuro cirurgião Max Diniz Cruzeiro (DF)

Na ilusão projetivamente se afasta de qualquer nova evidência que caminhe em sentido contrário com o raciocínio modal que está instituído.

E quando a constatação é vista no plano nu e frio da realidade grupal, o indivíduo no primeiro instante pode tentar negar a realidade pessoal que ele um dia fabricou e abasteceu, mas até chegar um ponto que essa realidade grupal que se mostra para sua constatação chega a um limite em que a negação não mais se sustenta e a partir deste ponto o seu vínculo com o desterro se fortalece.

Assim, a ilusão da negação inicial se volta contra a projeção e o indivíduo passa a negar a ilusão que ele abastecia projetivamente.

Então pensamentos negativos, de fragilidade psíquica quebram os princípios homeostáticos do cérebro humano, e um sofrimento e dor psíquica passa a ser lançada na mente do indivíduo para que ele volte para a realidade grupal.

Essa desilusão corrói, uma necessidade de culpa por não ter percebido o entrelaçamento do pensamento conforme a determinação do raciocínio de referência modal torna o sujeito dentro de uma rotina depressiva que pode aproximar o indivíduo do álcool e das drogas, como uma tentativa de fuga da realidade grupal.

Quando o indivíduo se fortalece na construção de uma nova “verdade” que também é subjetiva, então ela passa a se ocupar com outros processos somáticos a lidar com outros tipos de ilusão que estão em processo de produção em sua mente.

Todo indivíduo se encontra em um padrão de constituição ilusório, fabricado dentro da percepção de um equilíbrio constituinte de sua identidade. Quando uma informação adicional é introduzida dentro do sistema mental que negue o desenvolvimento cerebral da forma que ele é constituído, então a consequência natural pode ser uma desilusão.

Fraternalmente,

Max Diniz Cruzeiro
LenderBook Company
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