
Circulou nas redes sociais em Manaus, nesta sexta-feira (15), a informação da substituição de Osvaldo Cardoso na presidência do PROS-AM, por um indicado do senador Eduardo Braga, pré-candidato ao governo do Amazonas pelo MDB.
Se isso se concretizar, é uma demonstração clara de uma perseguição implacável do vingativo Eduardo Braga ao ex-governador e pré-candidato a deputado estadual pelo PROS-AM, Professor José Melo.
Como a homologação da candidatura de Melo depende da indicação do partido para disputar o cargo nas eleições de 2022, se o senador tiver gerência sobre a escolha de nomes pode forçar o partido a descartar seu principal candidato, relegando-o ao ostracismo, deixando o Professor à mingua.
Isso é impossível de acontecer? Claro que não.
Eduardo Braga é inimigo mortal de Melo desde que o professor teve a ousadia de vencer o político considerado o mais arrogante do estado, nas urnas.
Ao perder as eleições, Eduardo tentou de todas as formas assumir o governo, no tapetão, após o pleito de 2014. Não conseguiu retomar a faixa de governador, mas, com muita articulação e lobby, conseguiu cassar o mandato de José Melo.
Na base do partido, o que se vê é o inconformismo de Eduardo com a humilhação que ele impôs a José Melo, agora, pode estar por traz do impedimento do professor retomar sua vida política. Se isso for verdade, qual o medo do senador?
O ‘leão estaria com medo do gato’ ou está querendo minar as base da candidatura do Professor pelas beiradas? De qualquer forma, será que está prevendo e tentando impedir sua nova derrota, na combalida caminhada rumo ao governo do Estado?