Educação se faz com planejamento e projetos, diz prefeito de Rio Preto

Prefeito de Rio Preto da Eva, Anderson Sousa (Pros): investimentos em educação começam a ter resultados - foto: Erlan Roberto

Apresentar números positivos em uma administração pública é possível, mas desde que existam projetos e planejamento capazes de viabilizar os resultados esperados. Dessa forma, o prefeito de Rio Preto da Eva, Anderson Sousa, vem conquistando posições importantes no ranking nacional da Educação municipal.

Os investimentos na educação em Rio Preto fizeram com a educação municipal pulasse da 52º para a 5ª posição no ranking de eficiência em termos de gestão educacional no Amazonas. Ou seja, pulou 47 posições na avaliação do Atlas da Eficiência da Gestão Municipal da Educação, lançado no início de dezembro de 2018, em Brasília.

Outras quatro cidades do Amazonas tiveram resultados semelhantes: Benjamin Constant, Itacoatiara, Manaus e Presidente Figueiredo.

Prefeito de Rio Preto da Eva, Anderson Sousa (Pros): investimentos em educação começam a ter resultados – foto: Erlan Roberto

Para colocar o município de Rio Preto da Eva na 5º posição nacional, o prefeito Anderson Sousa disse ter investido 29,2% do orçamento municipal em Educação na sua administração, construindo e climatizando escolas e valorizado o quadro docente, inclusive com o pagamento do abono salarial relativo ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), de 2018, na ordem de R$ 656.000,24.

Anderson Sousa disse que a meta da sua administração é se destacar ainda mais na pontuação, com investimentos que vai da merenda escolar, onde gasta R$ 120 Mil/mês, com a penas R$ 40 Mil recebidos do Estado, à construção de novas escolas na Zona Rural e na Sede do município, onde hoje está para serem entregues duas delas, uma com duas salas e outra com oito salas.

Ineficiência

A mesma eficiência não teve o município de Maraã, que obteve o pior desempenho, o de “ineficiência extrema”. Tefé se posicionou junto com outros 22 municípios do Estaco com “ineficiência crítica”, diz estudo, que aponta também, outros 24 municípios com “ineficiência moderada” na educação.

Dos 62 municípios amazonenses, 52 estão no atlas, ou seja, 84% das cidades foram analisadas. Dez municípios não dispõem de informações na publicação.

Confira o desempenho por cidade:

• 1º Benjamin Constant, Itacoatiara, Manaus, Presidente Figueiredo e Rio Preto da Eva: Eficiente (Recebe Selo de Eficiência considerando seu desempenho na Gestão Municipal da Educação):

• 6º Careiro: Ineficiência moderada
• 7º Maués: Ineficiência moderada
• 8º Manaquiri: Ineficiência moderada
• 9º Manacapuru: Ineficiência moderada
• 10º Pauini: Ineficiência moderada
• 11º Parintins: Ineficiência moderada
• 12º Tabatinga: Ineficiência moderada
• 13º Silves: Ineficiência moderada
• 14º Jutaí: Ineficiência moderada
• 15º Boca do Acre: Ineficiência moderada
• 16º Fonte Boa: Ineficiência moderada
• 17º Humaitá: Ineficiência moderada
• 18º Anori: Ineficiência moderada
• 19º Apuí: Ineficiência moderada
• 20º Iranduba: Ineficiência moderada
• 21º Lábrea: Ineficiência moderada
• 22º Nhamundá: Ineficiência moderada
• 23º São Paulo de Olivença: Ineficiência moderada
• 24º Urucará: Ineficiência moderada
• 25º Autazes: Ineficiência moderada
• 26º Envira: Ineficiência moderada
• 28º Carauari: Ineficiência moderada
• 29º Itamarati: Ineficiência moderada
• 30º Manicoré: Ineficiência crítica
• 31º Eirunepé e Uarini: Ineficiência crítica
• 33º Amaturá: Ineficiência crítica
• 34º São Gabriel da Cachoeira: Ineficiência crítica
• 35º Careiro da Várzea: Ineficiência crítica
• 36º Coari: Ineficiência crítica
• 37º Nova Linda do Norte: Ineficiência crítica
• 39º Tefé: Ineficiência crítica
• 38º São Sebastião de Uatumã: Ineficiência crítica
• 40º Barreirinha: Ineficiência crítica
• 41º Codajás: Ineficiência crítica
• 42º Santo Antônio do Içá: Ineficiência crítica
• 43º Tonantins: Ineficiência crítica
• 44º Anamã: Ineficiência crítica
• 45º Urucurituba: Ineficiência crítica
• 46º Juruá: Ineficiência crítica
• 47º Borba: Ineficiência crítica
• 48º Barcelos: Ineficiência crítica
• 49º Japurá: Ineficiência crítica
• 50º Santa Isabel do Rio Negro: Ineficiência crítica
• 51º Novo Aripuanã: Ineficiência crítica
• 52º Maraã: Ineficiência extrema

O Atlas, que conta com o apoio institucional da Universidade de Brasília (UnB), compara a gestão pública entre municípios de um mesmo estado, traduzindo-a em números e permitindo verificar quais são mais ou menos eficientes em diferentes setores.

No caso da Educação, são observados critérios como valor investido por aluno, retenção escolar, aprovação e proficiência, entre outros.

Fonte: G1

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