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Em Manaus, presidiária em regime domiciliar é executada com oito tiros

No IML, onde o corpo da vítima passou por exames de necropsia, familiares não quiseram comentar o crime - foto: Arquivo/Correio da Amazônia

A presidiária Micaela Vaz da Silva, de 28 anos, morreu na noite dessa quinta-feira (17), após levar oito tiros, em um rip-rap, localizado no Beco Otto Bismark, bairro Aleixo, Zona Centro-Sul de Manaus. A suspeita é que a mulher foi morta em um acerto de contas por envolvimento com o tráfico de drogas, segundo a polícia.

Segundo informações de moradores à polícia, Micaela estava em frente de uma casa, quando dois homens, ainda não identificados, chegaram ao local em uma motocicleta e, estacionaram o veículo no Beco Orion.

No IML, onde o corpo da vítima passou por exames de necropsia, familiares não quiseram comentar o crime – foto: Josemar Antunes

A dupla foi até a vítima e efetuou vários disparos. A presidiária foi socorrida e levada para o Hospital e Pronto-Socorro (HPS) 28 de Agosto, bairro Adrianópolis, Zona Centro-Sul da capital, mas não resistiu aos ferimentos ao chegar na unidade hospitalar.

Em consulta ao site do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM). consta que Micaela estava cumprindo o regime domiciliar por tráfico de drogas, para ajudar o pai que havia sofrido um AVC neste ano.

Em 2013, Micaela, Thiago Henrique da Silva e Silva, Joctã Gil da Silva Araújo, ambos de 21 anos, e Abraão Caripuna Santos, 19, foram presos no Beco Orion, por envolvimento com o tráfico de drogas.

Na sede do Instituto Médico Legal (IML), familiares da vítima não quiseram comentar o crime com a reportagem do Correio da Amazônia. O caso será investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS). A autoria segue desconhecida.

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