Estranho silêncio do general Mourão desde o estouro do ‘VazaJato’

Mourão chegou a ironizar alegação do deputado Marco Feliciano, que afirmou: “o general estaria conspirando contra Jair Bolsonaro” – foto: banco de dados do Google

Em seu último evento público nos EUA, em uma terça-feira, no dia 09 de abril desse ano, em Washington, o general Hamilton Mourão afirmou que não é fácil ser vice-presidente e se definiu como uma espécie de escudo e espada de Jair Bolsonaro, para defender, atacar e falar o que o presidente não está autorizado a fazer.

Desse dia em diante, Mourão tem assistido o presidente Jair Bolsonaro se esvair em justificativas depois de suas inúmeras declarações polêmicas, algumas irresponsáveis, a respeito de temas de interesse nacional.

Para o colunista do Blog do Esmael, os militares querem Mourão na muda porque ele pode ser uma “reserva” técnica em brevíssimo tempo. Já a turma do governo pede silêncio por ciúmes mesmo.

“É estranho o silêncio de Mourão”, reparou o leitor amapaense Newton Augusto Albuquerque Chianca.

Se por um lado o vice teve a língua cortada, no sentido figurado, óbvio, por outro ele intensifica o aquecimento nos bastidores. Desde o estouro da #VazaJato, a série de reportagens do site The Intercept, não se ouve mais a voz do general Mourão.

Ele sabe que poderá ser convocado para ser titular do jogo a qualquer momento. O Brasil é um dos únicos países do mundo em que o vice prospera.

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) se enrola cada vez mais ao seguir a tática suicida de Steve Bannon, segunda a qual, é preciso gerar o caos, destruir as bases, para estabelecer uma nova ordem [de extrema direita].

Blog do Esmael

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