FVS do Amazonas promove seminário sobre tuberculose, em Manaus

Seminário debate tuberculose/Foto: Divulgação

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Seminário debate tuberculose/Foto: Divulgação

Será realizado, a partir de amanhã (23), até o dia 25 (quarta-feira), em Manaus, na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas. a partir das 08h30, o 2º Simpósio Estadual de Tuberculose, a cargo da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), vinculada à Secretaria de Estado de Saúde (Susam), tendo como tema “Amazonas livre da Tuberculose – respire essa ideia”.
O simpósio irá reunir todos os coordenadores municipais do Programa de Controle da Tuberculose e coordenadores da atenção primária da capital e do interior. “Teremos aqui pelo menos dois representantes de cada município do interior do estado, da Semsa Manaus e da FVS, avaliando as nossas ações e nos atualizando sobre o direcionamento que o Ministério da Saúde está dando para diminuir a incidência de casos de tuberculose no estado”, informa o diretor presidente da Fundação de Vigilância em Saúde, Bernardino Albuquerque.

Sob a coordenação do Programa Estadual de Controle da Tuberculose, o Simpósio, dentre os assuntos a serem abordados estão a intensificação por parte das equipes de saúde da família da busca ativa de novos casos e o acompanhamento do paciente para evitar o abandono do tratamento. “A tuberculose ainda é uma doença que apresenta alta incidência no estado do Amazonas e no país, e está comprovado através de pesquisas que uma das causas dessa alta incidência é o abandono do tratamento”, explica Bernardino.

Ele informa que o tratamento tem duração de seis meses, mas que logo de início o paciente já apresenta melhora no quadro. Talvez por isso, mais de 60% dos pacientes abandonem o tratamento, sem estar curado. “Isto é prejudicial para a própria pessoa que, inclusive, continua transmitindo a doença”, disse. A coordenadora estadual do Programa de Controle da Tuberculose/FVS, Marlúcia Garrido, reforça que um dos objetivos do Simpósio é elaborar um plano de ação de combate e controle da tuberculose, que deverá ser disponibilizado para todos os municípios e aplicado de acordo com a realidade e especificidade de cada um. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) dentre os 22 países com maior número de casos de tuberculose no mundo, o Brasil é o 17º colocado.

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