Genro é suspeito de agredir criança de um ano, no Coroado

Marcas de hematomas nas costas da criança — Foto: Divulgação

Uma menina de um ano e sete meses foi agredida, nesta segunda-feira (11), na Zona Leste de Manaus. A mãe da criança, em denúncia ao Conselho Tutelar da capital e à polícia, alega que seu genro, namorado de outra filha, é suspeito de ser o responsável pelas agressões. Em fotos, é possível ver os hematomas nas costas da menina. Um inquérito policial foi aberto e o caso será investigado.

A agressão aconteceu no bairro Coroado, na Zona Leste de Manaus.
Ao G1, O Conselho Tutelar afirmou que, em depoimento, a mãe relata que a criança estava sob os cuidados de sua irmã mais velha, de 16 anos, e só percebeu os machucados ao voltar do trabalho e notar que a criança estava “triste”.

“A mãe saía para trabalhar e deixava a criança aos cuidados da adolescente. Na segunda-feira, a mãe foi trabalhar e deixou a criança lá [casa com outra filha] porque não tinha com quem deixar. Quando ela foi pegar a criança, pela noite, a menina estava meio triste. Aí a mãe foi trocar a fralda e viu os roxos na costa da criança” relatou a conselheira Iolene Oliveira, que atendeu a denúncia.

Marcas de hematomas nas costas da criança — Foto: Divulgação

Ainda segundo a conselheira, a mãe da vítima suspeita que as agressões foram feitas pelo seu genro. Ela acredita que um desentendimento entre os dois possa ter motivado o rapaz.
Na discussão, a adolescente relatou à mãe que faltava gás de cozinha na casa onde mora. A mãe respondeu que “o genro era quem deveria ser responsável pela compra da botija de gás”.

“Ele não gostou do comentário e ficou bravo. Mandou recado dizendo que não era mais para a mulher [mãe do bebê] aparecer lá na casa. A criança podia ir, mas a mãe não”, disse.

Em nota, a Polícia Civil esclarece que, de fato, na segunda-feira (11), a criança ficou sozinha com o genro. Quando a mãe da criança chegou do trabalho, verificou que a menina estava com um hematoma visível de uma marca de mão aberta.

A Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) acompanha o caso e abriu pedido de exame de corpo de delito. Um Inquérito Policial (IP) foi instaurado para apurar o caso. Todos os procedimentos e oitivas ainda serão realizadas.

Fonte: G1

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