Milhares de famílias fogem dos incêndios Florestais no Canadá

Foto: Recorte

Milhares de pessoas enfrentam uma terrível realidade no oeste do Canadá, onde uma onda de incêndios florestais está forçando evacuações em massa. As autoridades estão lutando contra uma temporada de incêndios desafiadora, exacerbada pela falta de umidade na região. O prefeito de Fort Nelson, Rob Fraser, expressou sua preocupação enquanto implorava aos residentes para deixarem a cidade, com os incêndios se aproximando rapidamente.


Os incêndios, que se espalham de oeste a nordeste, já consumiram quase 4 mil hectares de terra. Com o aumento da área afetada, os esforços para conter as chamas tornam-se cada vez mais perigosos, com a previsão de ventos fortes nas próximas 48 horas. O Corpo de Bombeiros da província da Colúmbia Britânica está alertando para o risco iminente para as residências e para a segurança dos próprios bombeiros que combatem o fogo.

Enquanto isso, na província vizinha de Alberta, 44 incêndios estão em curso, com Fort McMurray mais uma vez no centro das preocupações. Em 2016, a cidade foi devastada por incêndios, forçando a evacuação de seus 90 mil habitantes e resultando na destruição de milhares de edifícios. Agora, os residentes estão se preparando para uma possível evacuação mais uma vez, enquanto o risco de incêndios aumenta em meio a condições de seca extrema.

A situação se agrava com ordens de evacuação emitidas em pequenas cidades de Alberta e Manitoba, à medida que ventos fortes espalham a fumaça por toda a região oeste do país. A qualidade do ar nessas áreas representa riscos significativos à saúde, conforme alertado pelo governo federal.

Esses eventos não são novidade para o Canadá, que enfrentou sua pior temporada de incêndios em 2023, com devastação em larga escala, perda de vidas e evacuações em massa. As autoridades estão enfrentando desafios sem precedentes para controlar as chamas e proteger as comunidades afetadas, enquanto a população se vê mais uma vez confrontada com os perigos e as consequências devastadoras dos incêndios florestais.

Fonte: O Globo

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