Ministério da Defesa inicia reconstrução da estação brasileira na Antártica

Com 80 por cento da água doce da terra, incontáveis riquezas minerais, além de ser um importante laboratório natural de pesquisa sobre mudanças climáticas, a antártica é patrimônio mundial. O Brasil está presente na região desde 1982, com o programa antártico brasileiro (Proantar), que realiza, anualmente, diversas pesquisas na região. A partir de 2018, ganhará uma nova estação no continente. A base, que teve a pedra fundamental de início das obras lançada em fevereiro no Chile, substituirá a antiga estação brasileira, destruída por um incêndio em 2012.


O ministro da defesa, Rebelo reafirmou compromisso em integrar todos os acordos internacionais envolvendo o continente antártico, o uso dos seus recursos, a preservação para o interesse pacífico, científico e tecnológico. “O compromisso com a nossa ciência, a nossa universidade, os nossos institutos de pesquisa que projetam nessa experiência aqui na Antártica muita expectativa em relação a resultados que são projetados e que dependem de pesquisa de campo realizadas aqui. E a presença da Marinha, do Ministério da Defesa, do Ministério da Ciência e Tecnologia, do CNPQ, que dá retaguarda com as bolsas para as pesquisas, assegura um sentido de continuidade, ou seja, de permanência.”

Em uma área de 4.500 metros quadrados, a estação antártica comandante ferraz comportará 64 pessoas e contará com 17 laboratórios, setor de saúde, biblioteca e sala de estar. O contrato para a reconstrução foi assinado com a empresa China Electronics Imports and Exports Corporation.

O ministro também disse que não vai ter obra de construção civil no local. “Vai ser praticamente uma estrutura montada. Isso por um lado facilita, ajuda, porque é só transportar o que tiver de pré-moldado. Nós projetamos todo o equipamento, a parte de pesquisa, as instalações de acomodação, infraestrutura, logística, tudo isso dentro de 4.500 metros. Ou seja, então uma construção muito mais moderna e que gera não só mais conforto para os pesquisadores, mas melhores condições materiais para a realização da pesquisa e para a recepção dos equipamentos necessários a essa pesquisa. Então, nós teremos para pesquisa melhores condições e também para os pesquisadores com essas novas instalações.”

(NOTÍCIAS AO MINUTO)

Artigo anteriorFunarte promove Rodada de Conversa Cultura no Casarão e Ideias, em Manaus
Próximo artigoMBL circula com crachás destinados a autoridades na Câmara

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui