Morar sozinho ou dividir um apartamento?

Há desafios em ambas as situações e, por isso, é importante analisar os casos/Foto: Divulgação

Quando a hora de sair da casa dos pais chega, há diversas outras responsabilidades esperando do lado de fora da porta. Assim, a primeira delas é decidir aonde vai morar e se irá sozinho ou dividirá com um amigo, colega de universidade ou companheiro de relacionamento.
Em ambos os casos, há lados positivos e negativos que envolvem vários fatores, como preços de móveis e, possivelmente, aluguel do local, privacidade e solidão. São mais de dez milhões de pessoas morando sozinhas, e, de acordo com levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), em parceria com a Confederação Nacional de Lojistas (CNDL), 48% delas decidiram por vontade própria.
Veja abaixo algumas dicas para conseguir escolher entre morar sozinho e dividir um apartamento.
Valores
Antes de tudo, é preciso encontrar uma casa ou um apartamento para alugar. Assim, você terá o valor mensal para pagar e poderá decidir se há condições financeira ou não para morar sozinho. Em caso de escolher dividir o ambiente com alguém, os valores serão iguais para ambos. O mesmo acontece com as contas adicionais, como internet e condomínio, por exemplo.
Mobília
Em alguns casos, os apartamentos já estão mobiliados no momento da mudança, mas há também os que são comercializados vazios e, assim, os ocupantes precisam decorá-lo. Desta forma, assim como no tópico anterior, os valores poderão ser dividos em caso de divisão de local.
Outra coisa a ser ponderada é o design dos móveis e a decoração geral da casa, que poderá ser decidida apenas por você, ou, em caso de ter um colega de apartamento, as decisões deverão ser tomadas em conjunto.
Solidão e privacidade
Estar em uma casa sozinho pode representar solidão para algumas pessoas, assim como pode ser a chave para a tranquilidade. Neste momento, é importante ponderar entre as opções e decidir qual será a melhor escolha, da mesma forma que dividir a casa significa que em alguns momentos não haverá a privacidade total. Se o lugar for pequeno, com dois quartos, os ocupantes terão que conviver e dividir ambientes como sala, cozinha e banheiro. Por isso, é preciso escolher alguém que tenha costumes e gostos parecidos, para que não existam grandes conflitos em relação à organização, por exemplo.
Ou seja, a decisão será algo definido através da vivência e preferência de cada pessoa, assim como o peso do nível de intimidade com a pessoa que dividirá o local.

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