Municípios prejudicados pela cheia já receberam mais de R$ 3 milhões do governo

Foto: Divulgação/Secom

Alcançando 12 municípios atingidos pela enchente, o Governo do Amazonas já aplicou mais de R$ 3,3 milhões em operações do Crédito Emergencial, concedido pela Agência de Fomento do Estado do Amazonas (Afeam). Além desta linha de financiamento, o estado realizou anistia de dívidas para produtores e microempreendedores de cinco cidades afetadas e estima a liberação de R$ 2,4 milhões por meio do Crédito Solidário para pessoas desempregadas ou subempregadas.

O pacote de ações vem sendo intensificado na Operação Enchente 2021, lançada em março pelo Governo do Estado, a qual já levou atividades para municípios das calhas do Juruá e Purus, consideradas as duas calhas com maiores impactos sofridos pela população que vive da renda oriunda do setor primário, comércio ou está em situação de vulnerabilidade social.

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Conforme dados da Afeam, a modalidade de Crédito Emergencial já alcançou R$ 3.399.130,55, aplicados em municípios da Calha do Purus e Juruá, em 537 operações de crédito. A ação atendeu as cidades de Boca do Acre, Canutama, Carauari, Eirunepé, Envira, Guajará, Ipixuna, Itamarati, Juruá, Lábrea, Pauini e Tapauá. O Crédito Emergencial da Afeam chega ao valor máximo de R$ 100 mil para capital de giro e investimentos fixos. Todo o processo é feito de forma on-line, por meio do site da Afeam (www.afeam.am.gov.br).

Quanto à anistia de vidas, a Afeam anistiou mais de R$ 706,2 mil em cinco municípios das calhas do Purus e Juruá. Ao todo, foram 117 operações de crédito perdoadas nos municípios de Lábrea, Carauari, Boca do Acre, Tapauá e Canutama.

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O município com o maior número de anistia é Boca do Acre, com 38 beneficiados em mais de R$ 352 mil.
Já sobre crédito solidário, no conjunto de ações emergenciais, o Governo do Amazonas estima um orçamento de R$ 2,4 milhões para cinco municípios atingidos pela cheia pela Operação Enchente.

O orçamento disponível para Lábrea é de R$ 700 mil; para Carauari e Boca do Acre, de R$ 600 mil, cada; e para Tapauá e Canutama, de R$ 250 mil, cada.

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