Ódio, rancor, boatos e guerra cibernética impulsionam campanha no 2º Turno


Buda

O discurso de ódio condenado publicamente pelo Ministério da Justiça, podendo ser punido na forma da lei, é uma das armas usadas nesse segundo turno da eleição para desestabilizar a campanha nacional e local.
Boatos, pesquisas encomendadas, o uso falso de perfis nas redes sociais, que são usados a partir da China e da Coreia do Sul, como já foram identificados na campanha de Aécio Neves, também fazem parte da estratégia desesperada desse momento, criando um clima de separatismo norte-sul, ricos e pobres, laicos e religiosos fundamentalistas.
A começar pelo ex-presidente FHC que chamou os eleitores da presidente Dilma de ignorantes a milhares de internautas, que hostilizam nordestinos e nortistas e também espalham boatos falsos numa onda de ódio, rancor, preconceito, vingança e perseguições, estão na ordem do dia. No meio desse movimento organizado milhões de pessoas estão sendo levadas ao engano.
O comando petista já esperava pesquisas de empate e até acima dos porcentuais de Dilma com procedência duvidosa. Os institutos de pesquisa continuam a produzir trabalhos de qualidade duvidosa, justificando que seus erros se encontram nas margens de dúvida. Um argumento falso, mas matematicamente possível.
Localmente o governador José Melo continua crescendo, aumentando o  número de adesões e apoio popular. A entrada do PSB na campanha é mais simbólica, que realmente decisivo, mas tem uma sinalização clara que Melo já venceria em 03 das zonas da cidade e está avançando no interior.
Uma campanha eleitoral não é jogo de vestais, de inocentes, mas o bom senso é sempre importante. A razão, o discernimento, o respeito ao direito e a justiça são necessidades da civilidade. Que possamos manter esse discernimento nesta eleição.

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