Oswaldo cai no Corinthians e Luxemburgo é um dos favoritos para a vaga

Presidente não segurar Oswaldo Oliveira/Foto: Divulgação

Oswaldo de Oliveira não é mais o técnico do Corinthians. Ele foi demitido nesta quinta-feira, após reunião da diretoria do clube, que confirmou a decisão em nota divulgada à imprensa às 12h38.
Os motivos foram explicados pelo presidente Roberto de Andrade em entrevista coletiva na tarde desta quinta (clique aqui para ler). A ideia do dirigente era mantê-lo no cargo, mas o cartola vinha sendo muito pressionado por conselheiros para reformular o departamento de futebol.

– Quando resolvemos trazer o Oswaldo, acreditávamos no trabalho dele pela seriedade e competência. Logicamente, a pressão, esse contra de tudo mundo. Eu particularmente não consigo mensurar. Não dá para fazer muita coisa em um curto espaço de tempo. Mas a resposta dada não foi o mínimo que esperávamos – disse Roberto de Andrade.

Guto Ferreira, do Bahia, é o mais cotado para substituir Oswaldo de Oliveira. O nome de Vanderlei Luxemburgo também aparece entre os favoritos no clube. Roberto de Andrade se recusou a comentar os nomes especulados.

Presidente não conseguiu segurar Oswaldo Oliveira/Foto: Divulgação

A reunião ocorreu na manhã desta quinta, no Parque São Jorge, sem a participação de Oswaldo. Na quarta, o técnico havia interrompido suas férias no Rio de Janeiro para participar de um almoço com a diretoria num restaurante na região dos Jardins, em São Paulo. Além de Oswaldo, participaram Roberto de Andrade, o diretor de futebol Flávio Adauto e o gerente Alessandro Nunes.

A segunda passagem de Oswaldo pelo Corinthians durou apenas nove jogos: duas vitórias, quatro empates e três derrotas. O Corinthians caiu nas quartas de final da Copa do Brasil, para o Cruzeiro, e terminou o Brasileirão em sétimo lugar – fora do grupo da Libertadores.

Roberto de Andrade esteve praticamente sozinho na decisão de contratar Oswaldo de Oliveira, em outubro. O dirigente já queria o treinador para a vaga de Tite, mas foi convencido a desistir do acerto em virtude da enorme rejeição do técnico entre os torcedores.

Após a queda de Cristóvão Borges, o mandatário bancou a chegada de Oswaldo mesmo depois da promessa de manter o auxiliar Fábio Carille na função até dezembro. A negociação com o treinador motivou a saída do diretor adjunto Eduardo Ferreira.(G1)

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