Pazuello não resiste e deve ser demitido amanhã (15)

Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello - Foto: Carolina Antunes

Domingo amanhece com uma notícia que tem potencial para gerar grande impacto político nos próximos dias: depois de muitos rumores sobre a queda do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, iniciou-se, de fato, o processo de substituição do general à frente da área atualmente mais nefrálgica da Esplanada, que é responsável pelo enfrentamento direto da pandemia.

Ministro próximo a Bolsonaro confirmou ao Metrópoles o movimento de troca, mas disse que o processo pode levar alguns dias. O representante do primeiro escalão afirmou que Pazuello enfrenta problemas de saúde relacionados à pressão e ao coração e teria chegado a seu limite no governo.

De acordo com informações de integrantes do governo, a pressão para a saída do ministro foi muito forte e se intensificou depois de reunião com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), na tarde de sábado (13/3), no Palácio da Alvorada. Após o encontro com Lira, Bolsonaro se dirigiu para o hotel de trânsito dos oficiais, no Setor Militar, onde teria comunicado sua decisão ao ministro, na noite de sábado.

Segundo o jornal O Globo publicou nesta manhã, aliados de Bolsonaro já teriam entrado em contado com dois médicos cardiologista cotados para substituir Pazuello. Seriam eles, Ludhmilla Abrahão Hajjar e Marcelo Queiroga. Ela é professora associada da USP e ele, presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

Metropóles

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