PCJ surge no Amazonas e já vai lançar candidatos às eleições de 2016

Reunião de fundação PCJ/Am-Foto: Divulgação

Uma nova sigla partidária já está formada para se tornar a mais nova opção para os eleitores nas eleições no ano que vem no Amazonas. Trata-se do Partido da Cidadania e Justiça (PCJ), que já conta com o expressivo número de 10 mil filiados em todo o Estado.
Um grande passo para isso foi dado no fim de semana, com a reunião das Executivas Nacional, Regional e Municipal do partido, que discutiu as diretrizes partidárias e as novas estratégias do partido no Estado, contando com a presença do presidente nacional do PCJ, Paulo Castelo Branco.

O grande responsável pela criação e organização no PCJ no Amazonas, é o secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes de Cargas do Amazonas  (Sindcargas), Ronaldo Bonta, que anunciou que o PCJ já vai concorrer às eleições do próximo ano lançando candidatos próprios a prefeito ao se unir a outros partidos de mesma ideologia e, também,  lançará candidatos a vereadores em praticamente todos os municípios.

Mas o maior desafio da sigla partidária nesse momento, segundo Ronaldo Bonta, tem sido coletar a assinaturas necessárias necessária na capital  Manaus e nos municípios do interior para a legalização do partido junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Isso já foi conseguido.  Até aqui já foram colhidas 10 mil assinaturas.

Ronaldo Bonta disse que o PCJ não é um partido e sim um irmandade que agrega pessoas amigas, honestas e sinceras, gente que nunca esteve filiado a partido político nenhum, e que agora estão unidas pelo ideal de começar uma transformação da sociedade por meio de novas idéias e um jeito diferente de fazer política.

O PCJ já conta entre seus filiados e dirigentes no Amazonas pessoas como operários, sindicalistas, servidores públicos, empresários, e uma gama de gente dos mais diversos segmentos.

São pessoas como o empresário Elielson Oliveira, presidente do diretório regional de Roraima que esteve presente a reunião em Manaus que contou com a presença do presidente nacional do partido, Paulo Castelo Branco: “O PCJ tem como base a família, é uma fraternidade. São pessoas que valem muito mais que dinheiro”, afirmou.

Néia Pascoal, funcionária da saúde e presidente do diretório municipal  do Careiro do Castanho, é considerada no partido uma guerreira por lutar sempre pelos direitos dos colegas da área do saúde. Por isso, além de comandar o PCJ no Careiro do Castanho, deve ser lançada candidata a uma das vagas na Câmara Municipal do município do interior.

O PCJ conta ainda com a dedicação e a experiência de Marivaldo Gomes, servidor público federal, presidente do diretório municipal do Careiro da Várzea, e do sindicalista Alciele Batista.

Como surgiu o PCJ

O presidente nacional do PCJ, Paulo Castelo Branco disse que o partido vem sendo construído desde 2011, e surgiu justamente – como a sigla já diz – com objetivo de levar Justiça e Cidadania aos brasileiros.

“O PCJ nasceu da necessidade de poder se fazer ouvir, de falar dos nossos sentimentos, de conseguir mostrar nossas opiniões, nossos deveres mas que também temos nossos direitos e queremos que sejam respeitados, precisamos contar com alguém que tenha isso como bandeira e que possa tratar a todos com respeitabilidade, independente de ser rico, pobre, preto, branco, homem ou mulher, mas simplesmente por ser um ser humano”, afirma.

“Não estamos preocupados em construir um partido de celebridades de pessoas que tenham nome e posses e que venham para o PCJ só para participar de eleições, precisamos de pessoas que queiram realmente fazer parte de um processo de mudança, que sejam simpatizantes da causa e que queiram contribuir na construção de uma sociedade composta de cidadãos de bem, esses sim serão muito bem vindos, precisamos unir forças em prol de algo coletivo, algo que venha a beneficiar a população como um todo e não algumas classes sociais privilegiadas”, finalizou.

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