Polícia Militar vai pedir punição para a advogada Ana Esmelinda no TJ-AM

Foto: Amanda Lelis

A advogada Ana Esmelinda não deve ficar impune diante das acusações de que os policiais militares haviam morto um dos assassinos do Sargento PM Luiz Carlos da Silva Costa, sem apurar as notícias falsas que circularam nas redes sociais.

Esmelinda também ameaçou delegados da polícia civil e colegas de profissão pelo vazamento dos áudios feitos por ela, quando o caso repercutiu na mídia local e nacional.

Diante das ameaças e acusações infundadas, o Comando-Geral da Polícia Militar emitiu uma nota, informando da decisão de punir, dentro dos preceitos legais, a advogada que atingiu a instituição militar e todos os seus integrantes.

Veja nota na integra:

O Comando-Geral da Polícia Militar do Amazonas informa que a assessoria jurídica da PM adotará todos os procedimentos cabíveis junto ao Tribunal de Justiça do Amazonas e ao Tribunal de Ética da Ordem dos Advogados do Brasil (TED) em relação às declarações da advogada Ana Esmelinda, que acusou de maneira leviana e irresponsável a participação de policiais militares na morte de um dos criminosos envolvidos no latrocínio do sargento da reserva remunerada Luiz Carlos da Silva Costa.

Cumpre-nos esclarecer, apesar de público e notório, que os criminosos soltos em audiência de custódia foram novamente presos, em cumprimento a mandado de prisão preventiva, o que comprova a postura reprovável e inaceitável da referida advogada em ofender a Corporação com base em fake News que circularam nas redes sociais.

O Comando da Polícia Militar ressalta que tal conduta, incompatível com a ética inerente aos profissionais que exercem a advocacia, não atingiu o excelente relacionamento da nossa Corporação com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e com as demais instituições que prezam pela verdade, compromisso e respeito no cumprimento de suas atribuições constitucionais.

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