Reeducandos iniciam trabalhos extramuros no Caimi Ada Rodrigues Viana

Foto: Divulgação

MANAUS -Dando continuidade a uma série de trabalhos extramuros, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) iniciou, na quinta-feira (12/11), a reforma do Centro de Atenção Integral à Melhor Idade (Caimi) Ada Rodrigues Viana, localizado na avenida Brasil, bairro Compensa, zona oeste de Manaus. Os serviços serão realizados pelos internos do Centro de Detenção Provisória Masculino 2 (CDPM 2).

O grupo de trabalhadores, composto por oito reeducandos do programa de ressocialização “Trabalhando a Liberdade”, iniciou os serviços, no local, com a manutenção, drenagem e lavagem de alguns condicionadores de ar, além da roçagem do terreno. Amanhã, eles seguirão cuidando dos aparelhos de ar, entre outras atividades.

Os “amarelinhos” atuarão, no Caimi, por aproximadamente 15 dias. Dentro desse período, eles irão podar as árvores, lixar e pintar as grades, lavar e executar reparos na calha, pintar as paredes e resolver os problemas da fiação elétrica.

“O trabalho executado por essas pessoas é de suma importância para o Caimi, pois  um ambiente limpo, harmonizado e organizado torna-se para nossos usuários um ambiente agradável e acolhedor, bem como para nossos servidores que, diariamente, desempenham suas atividades com alegria e satisfação  por estar no ambiente de trabalho harmonioso”, disse a diretora do centro, Gerlanne Costa.

Ao parabenizar a Seap pela parceria concedida por meio do consórcio cogestor CGPAM, a diretora destacou o compromisso da pasta na ressocialização dos apenados. “Acredito que a ressocialização do apenado no meio social de maneira produtiva pauta-se pelo princípio da Constituição no que diz respeito à dignidade da pessoa humana.”

Eduardo* (nome fictício*), um dos internos que faz parte do grupo, disse ser grato pela oportunidade que a Seap tem dado de, além de obter qualificação profissional, poder participar de serviços extramuros. “O programa tem sido positivo não somente na minha vida, mas também na de outros internos. Vez ou outra eu fico sabendo, por meio de familiares, que alguém que eu conheço saiu e conseguiu emprego por conta do curso profissionalizante que fez dentro da unidade prisional”.

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