Testemunha da operação Patrinus estaria sob retaliação na Prefeitura de Coari

Prefeitura de Coari - Foto: Reprodução

Há suspeitas de retaliação por parte da Prefeitura de Coari (a 368 quilômetros de Manaus) contra o servidor efetivo do órgão, Geraldo Sobrinho. O motivo seria o depoimento prestado por ele ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Amazonas (MPAM). Em seu relato, o servidor teria apontado irregularidades em obras públicas de Coari.

De acordo com o titular da 1ª Promotoria de Justiça de Coari (1ª PJC), Weslei Machado, Geraldo Sobrinho foi relatado e não recebeu o salário logo após o depoimento e a deflagração da operação Patrinus. O servidor foi transferido da Secretaria Municipal de Obras para a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, onde não há atividades para o cargo exercido por ele, o de engenheiro civil.

Geraldo Sobrinho também teria sido vítima de ofensas, humilhações e agressão por parte do secretário de obras de Coari quando, durante fiscalização do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM), apontou falhas em obras públicas. O MPAM está investigando as denúncias.

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