Volta do apoio e ‘acordos da eleição suplementar’ entre Arthur e Amazonino

Todos de volta ao palanque das eleições suplementar - foto: recorte

O prefeito Arhur Neto (PSDB) apoiou Amazonino nas eleições suplementares de 2017 ao governo do Estado. O acordo era de voltar a implementar a ação conjunta entre governo e prefeitura, com o compromisso do governo repassar para a Prefeitura de Manaus R$ 100 milhões de um total de R$ 300 milhões que o Governo do Estado conseguiu junto ao Banco do Brasil por meio de empréstimo.

Segundo Arthur, essa foi uma condição que ele teria acertado durante a eleição suplementar para pedir voto ao governador. E na véspera das convenções partidárias desse ano, o governador voltou a conversar com o prefeito e acertaram cumprir o acordo e voltar a marchar juntos nessa eleição.

Todos de volta ao palanque das eleições suplementar – foto: recorte

Arthur Virgílio Neto diz que se dedicou como nunca na eleição passada,. “Quando fui para a eleição com ele, me dediquei de corpo e alma. Trabalhei até mais que se fosse uma eleição minha”, disse Arthur.

Arthur estará deixando para trás um aliado importante na campanha da eleição de 2018, que é o senador Omar Aziz (PSD), que vinha pleiteando o apoio do prefeito Arthur Neto para concorrer ao Governo do Estado. Agora ficou isolado e sem máquina administrativa para dar suporte no processo eleitoral.

O senador ainda pode ficar sem apoio dos deputados federais Pauderney Avelino (DEM) e Silas Câmara (PRB) que não sabem fazer campanha sem apoio das “máquinas”. Para Omar só resta uma saída, reaproximar-se de David Almeida ou amargar uma das piores derrotas da história do Amazonas, nas últimas décadas.

Da mesma forma, o Partido dos Trabalhadores (PT), que vinha se aproximando do PDT de Amazonino, recua por não ter acordo com PSDB e volta a negociar sua posição na composição com o PSB de David Almeida, agora com chance real de emplacar a pré-candidatura de Francisco Praciano ao Senado e composição na chapa de Deputados Federais.

O Partido dos Trabalhadores, com maior tempo de TV, com ex-presidente Lula sendo o líder nas pesquisas e por está bem estruturado no interior do Amazonas, diferente de partidos mais novos, onde a representatividade política ainda é pequena.

A força do PT no Amazonas é visível, tanto que semana passada o secretário geral do partido, Romênio Pereira, esteve em Manaus onde se reuniu com lideranças do PSB, David Almeida.

O PT deve decidir no próximo dia 10 de junho com quem vai marchar nas eleições deste ano no Amazonas. A possibilidade maior é que seja com o deputado e pré-candidato ao governo David Almeida.

David Almeida, que surfa na popularidade em alta, desde que passou pelo governo por seis meses ano passado, estando mais próximo de José Ricardo, Sinésio, Valdemir Santana, João Pedro e Praciano que aqui são inimigos políticos do velho cacique Amazonino Mendes.

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