
A Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), se manifesta quanto a troca do Diretor Geral da Polícia Federal, dizendo que a maior entidade representativa da categoria, considera que a substituição do Diretor-Geral da Polícia Federal é uma decisão do Ministério da Justiça, da Casa Civil e do Presidente da República, não do diretor geral.
Da mesma forma, a Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) afirmou em nota, nesta sexta-feira (25), que vê com preocupação a realização de mais uma troca na diretoria-geral da Polícia Federal.
A mudança no comando da PF foi publicada no “Diário Oficial da União” e é assinada pelo ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira. Funcionários da própria corporação foram pegos de surpresa.

Leia Nota
O histórico de Márcio Nunes de Oliveira permite que os policiais federais esperem por uma gestão voltada para o bom relacionamento institucional.
Em breve, os representantes da categoria se reunirão com o novo Diretor-Geral para estabelecer uma linha de diálogo permanente e reforçar pontos que entendem como essenciais:
1- A Polícia Federal é polícia de Estado, não de Governo;
2- A Fenapef defende o combate incessante à corrupção; e
3- A Federação também entende que o mais importante patrimônio da corporação é o seu componente humano.
A Federação Nacional dos Policiais Federais não se furtará à defesa intransigente de todos os servidores da Polícia Federal, que merecem e precisam ser valorizados.
Também seguirá na defesa dos interesses da categoria e de todos os integrantes das forças de segurança civis do País.
A entidade reitera que acredita na modernização da Polícia Federal, com porta única de entrada, ciclo completo de polícia e defende a valorização do policial federal e a reestruturação das polícias da União.
Marcus Firme – presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais