
Funcionários fantasmas em família, é o novo escândalo envolvendo o presidente da Câmara de Deputado, Humo Mota, segundo questionamento feito pelo jornal a Folha de São Paulo
Além de empregar funcionárias fantasmas, presidente da Câmara também favoreceu parentes delas.
Hugo Motta (Republicanos-PB) empregava três mulheres com rotina incompatível com o cargo, duas já foram demitidas após questionamentos do jornal a Folha de São Paulo.
Fisioterapeuta de gabinete
Gabriela Pagidis trabalhava como fisioterapeuta em clínicas do DF; Monique Magno atuava como assistente social na prefeitura de João Pessoa, na Paraíba, o que é proibido.
A Câmara já pagou R$ 807,5 mil à fisioterapeuta, que é funcionária fantasma lotada no gabinete de Hugo Mota (Republicanos-PB). A jovem de 30 anos está lotada como secretária parlamentar no gabinete do deputado-presidente desde 1º de junho de 2017. Neste período, o salário dela variou de R$ 1.550,66 a R$ 16.714,06.
Além delas, familiares também passaram pelo gabinete: mães, tia, irmão e primo das fantasmas já constaram na folha da Câmara nos últimos anos. Todos com salários semelhantes ao da fisioterapeuta Gabriela Pagidis.
Até o momento, Motta não apresentou justificativa pública convincente para as nomeações dos parentes nem para a permanência da terceira funcionária sob suspeita.
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