
URGENTE: Governo Roberto Cidade deixa passe livre de estudantes estaduais sem pagamento, enquanto prefeito Renato Junior assegura benefício na rede municipal
A falta de repasses financeiros do Governo do Amazonas, sob a gestão do governador Roberto Cidade, provocou a suspensão temporária do passe livre para estudantes da rede estadual de ensino em Manaus. O problema foi comunicado por meio do aplicativo Cadê Meu Ônibus, que informou aos usuários que a gratuidade estava suspensa devido a pendências de pagamento por parte do Estado. A situação gerou preocupação entre famílias que dependem do transporte coletivo para garantir a presença dos filhos nas escolas.
Prefeitura mantém o passe livre
O episódio coloca a administração de Roberto Cidade no centro das críticas pela falta de regularização de um benefício essencial à população estudantil. Enquanto o Governo do Estado acumula pendências relacionadas ao transporte dos alunos estaduais, a Prefeitura de Manaus, administrada pelo prefeito Renato Junior, mantém os pagamentos em dia e assegura a continuidade da gratuidade para os estudantes da rede municipal até o 9º ano.
A diferença entre as duas gestões chama atenção. De um lado, o governo Roberto Cidade enfrenta cobranças por uma dívida que afeta diretamente a rotina de estudantes e responsáveis. Do outro, o prefeito Renato Junior garante a manutenção do benefício municipal e cobra providências para que os alunos da rede estadual também tenham seu direito respeitado. A situação evidencia a importância do planejamento financeiro e da responsabilidade administrativa na manutenção de serviços públicos essenciais.
Renato Junior
Diante do impasse, Renato Junior informou que a Prefeitura de Manaus segue cobrando a regularização dos pagamentos estaduais, inclusive na Justiça. O prefeito destacou que os estudantes da rede estadual também são cidadãos de Manaus e não podem ser prejudicados por pendências financeiras do Governo do Amazonas. Agora, cabe à gestão Roberto Cidade apresentar uma solução para o problema e esclarecer quando os repasses serão normalizados, evitando que o custo da inadimplência recaia sobre os estudantes e suas famílias.





