
Coronel Claudenir Barbosa denuncia Alberto Neto e afirma que deputado não é capitão: “Enganou o povo e deveria ser cassado”, além de classificar o deputado como um “fake completo” do Jair Bolsonaro
O coronel PM, Claudenir Barbosa, trouxe à tona uma polêmica envolvendo o deputado federal Alberto Neto (PL-AM).
De acordo com o militar, o parlamentar teria enganado a população amazonense ao se apresentar como “capitão e major da Polícia Militar”, quando, segundo ele, não teria direito legítimo às promoções recebidas na corporação.
As declarações foram feitas no Espia Só Podcast, local e divulgadas neste sabado (6).
O coronel classificou Alberto Neto como um “fake completo” do ex-presidente Jair Bolsonaro e afirmou que o deputado utiliza a imagem do ex-chefe do Executivo para enganar os eleitores. Ele também apontou supostas irregularidades na ascensão de Neto dentro da Polícia Militar, citando favorecimento político e apoio de padrinhos influentes.
Improbidade administrativa na PM
Segundo Claudenir, a promoção de Alberto Neto teria sido uma improbidade administrativa praticada durante os governos de Amazonino Mendes e Wilson Lima, com respaldo de integrantes da comissão de promoção da Polícia Militar.

Cassação de Alberto Neto
“Ele foi diplomado deputado no dia 17 de dezembro, e pela Constituição deveria ir imediatamente para a reserva. Mas no dia 25 de dezembro foi promovido a major, sem completar o tempo necessário para isso. Recebeu como major de lá para cá sem ter direito, e deveria devolver ao Estado. Não era para ser major, nem capitão, era para ser cassado”, afirmou o coronel.
A denúncia também aponta que, durante o período em que estava em curso de aperfeiçoamento de oficiais — que habilita para promoção a major —, Alberto Neto já fazia campanha eleitoral, sem ter se afastado da função policial, o que configuraria ilegalidade.
Apadrinhamento político
O coronel ainda disse que o parlamentar contou com o apadrinhamento político do senador Omar Aziz e que, após eleito, teria “vendido a tropa”. “Ele enganou o povo do Amazonas. Não deveria estar no Congresso, deveria ser cassado”, completou.
Com informações do AM POST




