Janaina Paschoal cai na real e diz que ‘Lula une e Bolsonaro isola’

Janaina Paschoal (PSL): "fica estranho tirar um general para colocar outro", escreveu a deputada - foto: recorte/recuperada

A deputada estadual de São Paulo Janaina Paschoal (PSL) fez uma análise muito negativa para o campo bolsonarista nas eleições de 2022. Segundo ela, os nomes dos generais cotados para compor a chapa com Jair Bolsonaro não são os melhores.


Para a parlamentar que foi eleita na onda bolsonarista de 2018, o cenário atual é bem diferente e que, ao contrário do ex-presidente Lula, que “está se movimentando para unir, integrar”, o “Bolsonaro insiste no isolamento”.

“Nenhum Presidente é eleito apenas por seus apoiadores mais próximos”, disse, se referindo ao ministro da Defesa, Walter Braga Netto, e ao ministro do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência, Augusto Heleno, ambos cotados para integrar a chapa como vice de Bolsonaro.

Segundo Janaina, “a chapa para 22 precisa ter alguma leveza”. “É natural que uma chapa vitoriosa siga unida na busca pela reeleição. Seria, portanto, natural que o General Mourão seguisse candidato a vice, nas eleições deste ano. Na medida em que ele trilhará outro caminho, fica estranho tirar um general para colocar outro”, escreveu a deputada.

“O bolsonarismo vai ter que abrir um pouco a cabeça. A chapa para 22 precisa ter alguma leveza! Tenho o maior respeito pelos generais Braga e Heleno. Mas eles não são os nomes certos”, acrescentou.

Ainda de acordo com a bolsonarista, quem defende um militar na vice-presidência se baseia supostamente na tese de que poderia proteger o ex-capitão de um processo de impeachment. “Mas, antes de proteger o segundo mandato, precisa conquistar”.

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