Jornal A Crítica pode ser enquadrado pelo Comitê de Combate a Fake News do TRE

David Almeida: vem sendo vítima de campanha difamatória por estar bem nas pesquisas - foto: Correio

A decisão do Tribunal regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM), de combater e reprimir os fake News (notícias falsas), na imprensa local pode derreter as intenções de um grupo midiático de Manaus, que estampou manchetes na página impressa do jornal A Crítica, com o único objetivo de mudar resultados na campanha majoritária de 2018.

A decisão do TRE foi anunciada em coletiva na tarde dessa segunda feira (16), diante de partidos políticos e imprensa, pelo presidente da instituição, o desembargador João Simões. “Notícias falsas derretem candidaturas limpas e, portanto, não podem ser toleradas”, advertiu.

David Almeida: vem sendo vítima de campanha difamatória por estar bem nas pesquisas – foto: Correio

O Comitê de Prevenção e Combate à Criação e Propagação de Notícias falsas na Internet será supervisionado pela juíza federal Ana Paula Serizwa, com apoio do Ministério Público Eleitoral (MPE) e da Polícia Federal (PF).

David Almeida x A Crítica

A decisão do TRE, parece, tem um endereço certo. Na sua coletiva de imprensa, na manhã dessa segunda feira, o presidente da Assembléia Legislativa do Amazonas e pré-candidato pelo PSB, ao governo do Amazonas, David Almeida, denunciou exatamente isso: uma enxurrada de denúncias falsas publicadas pelo Jornal A Crítica, tentando vinculá-lo a escândalos, depois que ele ‘derrubou’ portarias do Departamento Estadual de Trânsito do Estado do Amazonas (Detran-AM), que favoreciam a permanência de monopólio nos serviços de vistoria veicular no Estado.

Após esse fato, o jornal impresso e web, descarregou toda a sua munição em cima do parlamentar, mas com fatos inverídicos, mentirosos, ‘fake news’, passiveis de processos tanto na justiça comum, quanto na eleitoral.

David anunciou que está sendo vítima de uma campanha criminosa, difamatória promovida pelo governo do Estado, objetivando arranhar a imagem do pré-candidato David Almeida, que vem mostrando bom desempenho nas intenções de votos, nas pesquisas realizadas nas últimas semanas.

Portanto, a publicação, feita por uma rede de comunicação local, com o título “Um golpe bilionário” é caluniosa e deve render uma ação contra o dito veículo de comunicação, além de pedido de indenização. David ressaltou que as matérias veiculadas no domingo e na segunda-feira, são pagas com dinheiro público, pagas pelo atual governador. “Há algum tempo venho sendo vítima de ataques para tentar confundir a opinião pública”, afirmou.

Entenda o caso:

“O deputado lembrou que há dois meses, o governador Amazonino Mendes disse que iria divulgar um grande rombo, “uma bomba”, ocorrida durante a sua gestão interina como governador do Estado. Poucos dias depois, um site de Manaus divulgou uma notícia Fake News, requentada e voltou novamente a ser manchete no jornal A Crítica, impresso, neste fim de semana.

Depois da divulgação da dita “bomba do Amazonino”, o ex-titular da Superintendência de Habitação do Estado do Amazonas (Suhab-AM), coronel Nilson Cardoso, foi à Aleam, em maio desse ano, esclarecer o ocorrido.

  1. Ele explicou na tribuna, que se tratava de um contrato de risco com a empresa e que ela só receberia qualquer honorário, caso a Caixa Econômica Federal entendesse que o Estado tivesse direito aos créditos imobiliários devidos desde 1967.

Cardoso disse que esses valores são frutos de seguros imobiliários na ordem de R$ 55 milhões, que não foram descontados para o Amazonas desde 1967 e que corrigidos até 2017, renderiam R$ 27 bilhões ao Amazonas. Pelo contrato de risco, a empresa teria direito a 20% do volume de recursos recuperados.

No governo interino de maio a outubro do ano passado, David afirmou que não existiu “rombo”, muito menos desvio, porque os créditos imobiliários nem chegaram a ser liberados pela Caixa ao Estado. Ele disse ainda que o contrato, em momento algum teve a participação do governador.

A Suhab é uma autarquia, logo, possui autonomia para gerir as suas ações. O contrato com a referida empresa tem total responsabilidade da Suhab e da sua procuradoria”, finalizou.

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