TCEAM
Início Amazonas Mayra Dias cobra Governo do Amazonas por falta de merenda em escolas...

Mayra Dias cobra Governo do Amazonas por falta de merenda em escolas estaduais

Foto: Nathalie Brasil

Deputada retoma cobranças por falta de merenda e possíveis atrasos nos pagamentos, com relatos do problema em Parintins, Manaus, Humaitá, Presidente Figueiredo e Manicoré

Após novas denúncias de falta de merenda no CETI Deputado Gláucio Gonçalves, em Parintins, e o protesto realizado por estudantes para cobrar a regularização da alimentação escolar, a deputada estadual Mayra Dias (PSD) voltou a cobrar providências do Governo do Amazonas. Na tribuna da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), nesta quarta-feira (28/10), a parlamentar reforçou cobranças que já vem fazendo desde fevereiro e pediu soluções urgentes para o problema.


“Quando um aluno precisa protestar para ter garantida a sua alimentação, é porque realmente a situação exige uma resposta urgente”, afirmou Mayra, ao ressaltar que cobra soluções desde fevereiro. A deputada informou que apresentou novo requerimento solicitando esclarecimentos, a regularização das refeições em até 48 horas e um cronograma para quitar possíveis valores em atraso.

A parlamentar também questionou os pagamentos referentes ao contrato com a empresa BMS, estimado em R$ 45,48 milhões. Segundo consulta ao Portal da Transparência mencionada no requerimento, o último pagamento identificado foi de R$ 433 mil, em agosto, referente aos serviços de abril. Não foram localizados registros de pagamentos entre maio e outubro. Mayra lembrou que relatos de falta de merenda também foram registrados em Manaus, Humaitá, Presidente Figueiredo e Manicoré.

“Estamos falando de uma escola de tempo integral, onde os alunos passam a maior parte do dia. Eles precisam de alimentação adequada para aprender. Merenda escolar não é favor, é direito”, enfatizou a deputada.

Além da alimentação escolar, Mayra alertou, ainda, para o risco de suspensão do plano de saúde dos profissionais da educação. Notificação enviada pela empresa Hapvida à Secretaria de Estado de Educação e Desporto Escolar (Seduc), no dia 23/10, aponta quatro mensalidades atrasadas, de junho a setembro, que somam R$ 30,34 milhões. A operadora afirma que três acordos de pagamento não foram cumpridos e alerta para o risco de interrupção dos atendimentos médicos.

“Meu papel é fiscalizar e defender os direitos da população. Precisamos de respostas e providências urgentes para garantir a alimentação digna dos estudantes e a assistência à saúde dos profissionais da educação”, concluiu Mayra.

Artigo anteriorManaus cumpre 100% das exigências federais e renova certificado previdenciário
Próximo artigoPolícia Civil procura Maria do Carmo e marqueteiro em Manaus durante operação

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Correio da Amazônia
Visão Geral de Privacidade

Este site usa cookies para que possamos oferecer a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.