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MT: Policial atropelado em viaduto de Cuiabá morre após 17 dias internado

Policial atropelado enquanto prestava atendimento/Foto Reprodução
Policial atropelado enquanto prestava atendimento/Foto Reprodução
Policial atropelado enquanto prestava atendimento/Foto Reprodução

O policial militar de 45 anos, que foi atropelado enquanto atendia uma ocorrência, morreu na madrugada de hoje, sexta-feira (12), enquanto estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá (PSMC).

O acidente ocorreu no dia 26 de novembro, na parte superior do viaduto da MT-040, na Avenida Fernando Corrêa da Costa, na capital. Cinco veículos se envolveram no acidente, sendo que um motorista morreu no local e sete pessoas ficaram feridas. As outras duas vítimas morreram no dia 27 e 30 de novembro.

A morte do cabo da PM foi confirmada pelo Instituto Médico Legal (IML) e pelo 9º batalhão, unidade ao qual o policial trabalhava. De acordo com o 9º BPM, o cabo teve três paradas cardíacas no início da madrugada e não resistiu. O corpo do policial ainda será encaminhado ao IML. O local e horário do velório ainda não foram divulgados.


No último boletim médico divulgado pela assessoria do PSMC, o PM continuava internado na UTI e respirava com a ajuda de aparelhos. Ele tinha passado por um procedimento cirúrgico para colocação de dreno no local do hematoma e passava por tratamento de hemodiálise.

O caso

Segundo a Polícia Militar, um vendedor de seguros dirigia na contramão e atingiu uma mureta de proteção da avenida. Conforme os policiais, ele apresentava sinais visíveis de embriaguez. Dois policiais militares foram ao local para tentar abordar o condutor. Um dos PMs fazia a sinalização da avenida e o outro manobrava a viatura policial. Nesse momento outros dois veículos, em alta velocidade, atropelaram o cabo da PM, a viatura, o carro que estava parado e ainda atingiu duas pessoas em uma motocicleta.

Entretanto, o vendedor de seguros não sofreu ferimentos e foi preso em flagrante. Na última semana o motorista teve o pedido de liberdade provisória negado pela juíza Flávia Catarina Oliveira de Amorim Reis, da 10ª Vara Criminal da Capital. Atualmente o vendedor está preso no Centro de Ressocialização de Cuiabá (CRC), antigo presídio Carumbé.(G1)

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