
Manaus – A inclusão política de mulheres, negros e indígenas será o tema central de um debate promovido pela Comissão de Reforma Política e Combate à Corrupção Eleitoral da OAB-AM e pelo Comitê Amazonas de Combate à Corrupção (CACC) no próximo dia 29 de julho (terça-feira), às 16h (horário de Manaus). O evento será transmitido ao vivo pelo canal @portalwebmanauspwm e pelas redes sociais das entidades que integram o comitê.
Com o tema “Causas e consequências da baixa inclusão de mulheres, de negros e de indígenas na política”, o podcast busca ampliar o debate público sobre a representatividade e abordar os possíveis impactos do Projeto de Lei Complementar nº 112/2021, atualmente em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal. A proposta trata da reformulação do Código Eleitoral e traz mudanças significativas nas regras de financiamento de campanhas e na reserva de vagas para grupos historicamente excluídos.
O debate contará com a participação de dois especialistas da área acadêmica e política:
• Raimundo Nonato – Doutor em Ciência Política, professor do Departamento de Antropologia da UFAM e membro do Laboratório de Estudos sobre Cultura e Política da UFAM;
• Ivy Chagas – Filósofa, doutora em Filosofia Política, professora da SEDUC, professora colaboradora da UEA e integrante do Grupo de Pesquisa sobre Participação e Representação Política da UFAM.
A mediação será conduzida por Carlos Santiago, sociólogo, cientista político, advogado, presidente da Comissão de Reforma Política da OAB-AM e membro do Comitê Amazonas de Combate à Corrupção.
Sobre o Comitê
O Comitê Amazonas de Combate à Corrupção (CACC) reúne diversas instituições da sociedade civil e de controle social, entre elas a Arquidiocese de Manaus, a OAB/AM, os Conselhos Regionais de Administração, Contabilidade e Economia, além dos Sindicatos dos Jornalistas e dos Fazendários do Amazonas.
O debate busca contribuir para a construção de uma política mais inclusiva, democrática e representativa, fortalecendo a participação de grupos historicamente marginalizados e ampliando a consciência crítica da população sobre as reformas eleitorais em curso.




