Planos de ataque têm sucesso para superar barreira de segurança nas eleições

Foto: Divulgação

A sexta edição do Teste Público de Segurança (TPS) do Sistema Eletrônico de Votação, realizada no fim do mês de novembro pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi considerada um sucesso. Quem faz a afirmação é o chefe da Seção de Voto Informatizado da Corte, Rodrigo Coimbra. Neste ano, 26 investigadoras e investigadoras realizaram 29 planos de ataques contra as urnas eletrônicas e somente cinco deles tiveram algum tipo de “achado” relevante.

O resultado é considerado muito satisfatório pelos técnicos do TSE responsáveis por essa etapa de auditoria da urna. Nas palavras de Coimbra, “a inexistência, pelo segundo ano consecutivo, de ataques relevantes à urna demonstra a maturidade dos mecanismos de segurança existentes no equipamento”.

Neste ano, o TPS trouxe uma série de novidades, como a realização de testes por seis dias – de 22 a 27 de novembro – a pedido dos próprios investigadores (antes eram cinco dias). A ausência de ataques mais significativos foi celebrada também pelo presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso. “Nenhum plano conseguiu chegar à potencialidade de manipulação do voto. O Teste é um momento muito importante dos processos de auditoria do sistema eleitoral eletrônico no Brasil”, declarou.

Entre os planos de ataque mais comuns, destaque para as tentativas de alteração do software da urna, mudança do resultado da eleição ou violação do sigilo do voto. Os cinco planos bem-sucedidos atacaram, principalmente, os sistemas de transmissão e recepção dos resultados.

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