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Tambaqui, tucumã e açaí podem ajudar a prevenir a obesidade, orienta nutricionista

Foto: Divulgação

Nutricionista do HUGV-Ufam orienta sobre alimentação saudável, redução de ultraprocessados e valorização dos alimentos regionais.

Alimentos tradicionais da Amazônia, como tambaqui, tucumã e açaí, podem contribuir para uma alimentação mais saudável e ajudar na prevenção da obesidade. A orientação é da nutricionista Luciana Santana, do Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV-Ufam), que destaca a importância de reduzir o consumo de ultraprocessados e adotar hábitos saudáveis.


O alerta ocorre em referência ao Dia Mundial da Prevenção da Obesidade, celebrado em 11 de outubro, e ao Dia Mundial da Alimentação, nesta sexta-feira (16).

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Segundo a especialista, o consumo frequente de refrigerantes, biscoitos recheados e outros produtos industrializados, aliado ao sedentarismo, pode favorecer o ganho excessivo de peso e aumentar o risco de doenças como diabetes tipo 2 e hipertensão.

Para melhorar a alimentação, a recomendação é priorizar alimentos naturais e minimamente processados. Opções como macaxeira, cará, ovos, frutas da estação e castanha-da-Amazônia podem substituir produtos industrializados no dia a dia.

Peixes como tambaqui e tucunaré são fontes de proteína. Já o tucumã contém carotenoides precursores da vitamina A, enquanto o açaí fornece fibras e compostos antioxidantes, especialmente quando consumido sem excesso de açúcar.

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Prevenção começa na infância

A formação de hábitos alimentares saudáveis deve começar nos primeiros anos de vida, com oferta de alimentos variados, refeições em família e redução de produtos ultraprocessados. A nutricionista também recomenda evitar o uso de doces como recompensa e limitar o uso de celulares e televisões durante as refeições.

Além da alimentação, sono de qualidade, controle do estresse e prática regular de atividades físicas também contribuem para a prevenção da obesidade.

A especialista ressalta que o acompanhamento nutricional é importante em diferentes fases da vida e também para pessoas com alterações nos níveis de glicose e colesterol ou dificuldades na relação com a comida.

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