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TJ-AM pode intervir na prefeitura de Presidente Figueiredo até o final do mês

Prefeito Romeiro Mendonça perdeu o controle, inclusive do seu Vice Mário Abrahão - foto: divulgação
Redação
Escrito por Redação

A instabilidade política, econômica e de responsabilidade fiscal tem colocado o município de Presidente Figueiredo na mira não só da imprensa do Estado, mas, também, do Ministério Público estadual e federal, Tribunal de Contas do Estado e da Polícia Federal, tamanho os desmandos e desacertos da administração Romeiro Mendonça e de seus comandados.

A administração do prefeito Romeiro Mendonça caminha para o total desmantelo, devido os problemas enfrentados com a coleta do lixo, que hoje está sub judice com liminar concedida à Ecoagro, o descrédito dado a ele pela Câmara Municipal, que proibiu todas as festas municipais até que uma de suas secretarias, a de Eventos, mostre a planilha dos gastos exorbitantes com a contratação de bandas de músicas nacionais, palcos e banheiros químicos.

Mas, entre todos os males enfrentados pelo prefeito Romeiro Mendonça, está a obrigatoriedade do pagamento de um ‘precatório de aproximadamente R$ 200.000,00’, decorrentes de direitos trabalhistas (férias, 13º salário) de apenas um servidor municipal.

Prefeito Romeiro Mendonça perdeu o controle, inclusive do seu Vice Mário Abrahão – foto: divulgação

Romeiro terá de pagar essa importância até o final desse mês de dezembro de 2018. Ou paga, ou Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM) pode intervir no município, com o juiz da Comarca assumindo a Prefeitura até o pagamento do Precatório.

A importância de R$ 200 Mil é referente apenas a um precatório, de um único escritório de advocacia. Existem outros. Tem um precatório com valor muito maior que o do servidor municipal, referente a terras particulares desapropriadas pelo município. As informações a respeito desse processo e do seu valor estão sendo apuradas pelo portal.

Esse precatório vence dia 31 de dezembro de 2018 – foto: divulgação

Procurador

Enquanto o município se desmancha em processos e impedimentos, a autoridade judiciária, o procurador do município, Júlio Cézar de Almeida Lorenzoni, tem o nome mencionado nas denúncias de corrupção envolvendo o deputado eleito Saullo Vianna, que foi preso por determinação da Justiça Federal por prática de crime eleitoral. Lorenzoni é ligado ao deputado federal Hissa Abrahão (PDT) e ao PPS.

Ou seja, não só o procurador, o deputado eleito Saullo Vianna, mas também o vice-prefeito Mário Abrahão (PDT), tem visitado as páginas policiais quase que diariamente.

Mário Abrahão é primo legitimo do deputado federal Hissa Abrahão e durante a campanha 2018, criou suposto esquema comparado a curral eleitoral para reeleger seu primo. Hissa foi derrotado para o Senado e continuará sem mandato até as eleições municipais de 2020.

Mesmo assim, Hissa continua a ter forte influência política na administração Romeiro Mendonça. Foi a pedido dele que o prefeito nomeou, através da portaria Nº 303 de 17 de fevereiro de 2017, DOM – a sua irmã e de vários filiados do PPS-Manaus, para cargos comissionados, a maioria, fantasmas.

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