
Nova York recebe nesta quinta-feira (11) as cerimônias pelos 24 anos dos atentados de 11 de Setembro, data que deixou quase 3 mil mortos nos EUA. O evento principal ocorre no Memorial do 11 de Setembro, em Manhattan, no antigo local das Torres Gêmeas. A leitura dos nomes das vítimas e momentos de silêncio marcarão os horários exatos dos ataques de 2001.
Este ano, as homenagens ocorrem em um clima de tensão e segurança reforçada. Na quarta-feira (10), o ativista conservador Charlie Kirk foi assassinado a tiros durante uma palestra na Universidade Utah Valley, no estado de Utah. Segundo autoridades, o disparo partiu de um telhado dentro do campus, e as buscas pelo atirador continuam.
De acordo com a Associated Press, a morte de Kirk levou as autoridades a aumentar os protocolos de segurança no marco zero, onde se concentram familiares das vítimas, autoridades e políticos. O vice-presidente J.D. Vance e sua esposa, Usha Vance, cancelaram a presença em Nova York para ir a Utah prestar homenagens ao ativista, segundo o “New York Times”.
As cerimônias do 11 de Setembro também acontecem no Pentágono, na Virgínia, e em Shanksville, na Pensilvânia. No Pentágono, serão homenageados os 184 mortos no ataque ao prédio das Forças Armadas. O presidente Donald Trump e a primeira-dama Melania Trump participam do ato antes de seguir para o Bronx, onde assistirão a um jogo de beisebol entre New York Yankees e Detroit Tigers.
Em Shanksville, familiares e autoridades, incluindo o secretário de Assuntos de Veteranos Doug Collins, prestarão tributo às vítimas do voo 93, sequestrado e derrubado após a reação de passageiros e tripulantes. A cerimônia terá leitura dos nomes e deposição de coroas de flores.
Tradicionalmente lembrado como um dia de unidade nacional, o aniversário dos atentados neste ano é marcado pela polarização política e pelo impacto do assassinato de Kirk, que ressoou em discursos de autoridades americanas reforçando o lema “nunca esqueceremos”.
Fonte: g1




