Bênção de Edir Macedo custou 700% a mais na publicidade para a Record

Macedo disse que "Deus escolheu Bolsonaro" (Reprodução/Twitter)

A transformação do Brasil numa espécie de teocracia fundamentalista caminha a passos largos. No último domingo, 1, o empresário Edir Macedo, dono da Igreja Universal e Rede Record de Televisão, ’consagrou’ Jair Bolsonaro e denunciou um suposto ’inferno da mídia’, que perseguiria o governo federal. Edir disse que sabe o que é levar pancada.

“Eu uso de toda a autoridade para abençoar este homem e lhe dar sabedoria. Que este país venha a ser transformado. Para lhe dar ânimo saúde e vigor. Para que o presidente possa arrebentar. Não porque sou eu que estou aqui. Mas porque é o Espírito Santo.”, disse também o empresário.

As declarações mais recentes de Bolsonaro também indicam que a sua aliança com os evangélicos está cada vez mais forte, segundo aponta reportagem de Gustavo Schmitt, publicada no Globo. Em julho, afirmou que sua primeira indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF) seria a de um ministro “terrivelmente evangélico”. E, neste sábado, revelou que pretende apontar um diretor evangélico para a Agência Nacional do Cinema (Ancine). “É Bíblia embaixo do braço e que saiba 200 versículos. Sou um presidente conservador”, declarou, no Quartel General do Exército, em Brasília.

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