
Os dirigentes da Central Única dos Trabalhadores do Amazonas (CUT-AM), acreditam que daqui no máximo tês dias, o candidato extremista de direita Flávio Bolsonaro (PL), declara voto no presidente Lula para sua reeleição ao 4º mandato.
A opinião, também é do presidente da CUT, Valdemir Santana, que destaca as mentiras, contradições, promessas falsas, enganação que o candidato tem feito às pessoas, mostram que ele não tem a mínima condição de governar nem um condomínio em um bairro de periferia, quanto mais o Brasil.
“Como é que depois de tantos ataques aos programas sociais e trabalhistas do governo Lula, o (01) do bolsonarismo diz que apoia tudo que havia negado apoucos dias atrás?”, questiona.
Para Valdemir, “o Flávio está para virar a casaca e votar no Lula, de tão mentiroso que ele é”, sustentou.

Do contra
Flávio foi contra o fim da Escala 6×1 e agora é a favor. Foi contra o “Bolsa Família” e até chamou de ilegal o reajuste de 15,04% anunciado pelo governo Lula. Com a repercursão negativa, no dia seguinte, afirmou que manteria o reajuste se fosse eleito.
“Farmácia Popular” – Flávio agora promete manter o programa não se sabe como. No governo do pai do candidato o “Minha Casa, Minha Vida” tinha sido substituído por Casa Verde e Amarela, sem ter construído casas como havia prometido. Agora o candidato diz que vai manter o Minha Casa, Minha Vida e reduzir as prestações. Também não disse como.
Programas atingidos
As “amareladas do Flávio Pinóqui” envolvem o Pé-de-Meia, a Merenda Escolar e o Gás do Povo. O tesouraço de R$ 200 bilhões no orçamento defendido por ele, certamente atingiria esses programas sociais.
Ou seja, Flávio criticou o reajuste do Bolsa Família e depois prometeu mantê-lo, prometeu votar contra o fim da Escala 6×1, agora é a favor. A maior contradição é a do Bolsa Família. “Daí não se deve ficar assustado se ele votar e pedir votos para Lula nestas eleições até o dia 25 de outubro”, comenta o diretor de imprensa da CUT, Sidney Malaquias.
A pergunta que fica é: se ele considera determinadas medidas sociais inadequadas ou eleitoreiras, por que agora promete preservar os benefícios e até ampliá-los?




