É incompreensível ver trabalhador apoiando quem está tirando os empregos da ZFM

Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos e da CUT Amazonas - foto: recorte/recuperada

O presidente do sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas, Valdemir Santana, levantou questões muito sérias para a reflexão dos trabalhadores do Polo Industrial de Manaus (PIM), questões que podem mudar a vida das centenas de famílias dos empregados nas indústrias do Amazonas.

Mudar para ruim ou, mudar para melhor.

No programa a Verdade do Trabalhador, na Rádio O Povo, com o locutor Sidney Silva, às 05/horas, o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas disse que cada um dos quase 100 mil trabalhadores das indústrias, deve conhecer o tamanho da sua contribuição com a Zona Franca de Manaus (ZFM) e o que ele pode fazer para a permanência do modelo econômico no Estado.

Joio do trigo

Entretanto, é necessário saber separar o “Joio do Trigo”. De acordo com Valdemir, é incompreensível ver pessoas ameaçadas de perder o emprego, de ver suas famílias passarem necessidades e andar atrás de quem está tirando o seu ‘ganha pão’, a sua renda doméstica e levando o Amazonas à falência.

“Por que ir para as ruas carregar bandeiras para apoiar o presidente e o ministro carrasco Paulo Guedes?”. Para ele, o Guedes e o presidente são uma pessoa só. Um manda, o outro obedece e, os dois estão contra a ZFM, lamenta.

Na entrevista ao locutor Sidney Silva, o sindicalista não aponta em quem o trabalhador deve votar, nem pede votos para ninguém, apenas pede para os trabalhadores observarem a sua importância neste processo de mudança.

“Chega de tantos ataques ao Estado do Amazonas, com medidas que sempre colocam as pessoas em risco de morte, fome, desemprego, desmatamento, degradação ambiental…”, pontua Santana.

“Paulo Guedes é o ministro da desgraça do Amazonas. Tudo que eles fizeram nos últimos três anos, foi para prejudicar as pessoas que moram neste Estado. “Esse senhor não deveria sequer falar o nome do Amazonas.

Então, por que ainda tem trabalhador querendo que eles continuem nos cargos?

Esta é a pergunta que o sindicalista deixou no Ar, nesta primeira matéria de uma série de três …

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