Eleição na CMM já conta com 7 candidatos e um problema

Vereadores candidatos Mário,Plínio,Rosenha, Rosivaldo, Junior, Wilker e Sildomar (C).

Vereadores candidatos Mário,Plínio,Rosenha, Rosivaldo, Junior, Wilker e Sildomar (C).
Vereadores candidatos Mário, Plínio, Rosenha, Rosivaldo, Junior, Wilker e Sildomar (C).

A bancada do PT toma decisão amanha (04), se apoia, se fica neutro ou se lança um candidato próprio para a presidência da Câmara de Vereadores de Manaus (CMM). De acordo com a vereadora Rosi Matos (PT), o seu partido vem acompanhando a movimentação de candidatos lançados por acordos firmados antes das eleições gerais desse ano e, de candidatos, que se autolançaram e estão garimpando apoio entre os colegas, independentemente da legenda e de bancada.
As eleições na CMM está prevista para a primeira semana de dezembro. Tempo suficiente para o presidente Bôsco Saraiva (PSDB) fazer a transição com tranquilidade antes do Natal. Já a posse, só acontecerá em fevereiro, depois do recesso parlamentar.
Enquanto isso a disputa pelo cargo máximo da CMM, esquenta. Com a entrada do vereador Plínio Valério (PSDB), na corrida à presidência, agora já são sete (7) pretendentes ao cargo. Estão no páreo Mário Frota (PSDB),  Ednailson Rozenha (PSDB), Wilker Barreto (PHS), Rosivaldo Cordovil (PTN) e Junior Ribeiro (PTN) todos eles sonhando com o apoio do prefeito Arthur Neto (PSDB).
Mas, de acordo com assessores próximos ao gabinete presidencial da CMM, o sétimo vereador Sildomar Abitbol (Pros), que está fazendo de conta que o problema não tem nada a ver com ele, pode ser a pedra 90 e o nome de consenso, para evitar incêndios na reta final das eleições. Sildomar viria com a benção do prefeito e a simpatia do governador José Melo, que é do seu partido.
Dos sete candidatos, o único que testou sua popularidade, foi o vereador Rosenha, que andou pagando almoço e promovendo reuniões fechadas em busca de votos e apoio. O banquete,  parece, não surtiu efeito. Mas, na análise de assessores parlamentares, o que conta é a experiência do cargo. O prefeito Arthur se ausenta muito da jurisdição e, como o presidente da CMM exerce a função de vice-prefeito, Sildomar se enquadraria na função e, por conta disso, o apoio do prefeito seria para ele.
No entanto, essa tese passa longe da compreensão do vereador Mário Frota, que está caminhando com o prefeito desde a década de 70 e do vereador Plínio Valério, que sacrificou a sua eleição para deputado federal, porque o prefeito formou um “blocão” em torno da candidatura de seu filho.
Enquanto o prefeito não aponta o seu preferido e os vereadores não chegam a um consenso, a bancada do PT fica com um olho no padre e o outro na hóstia. Se nada sair como o desejado, eles lançam o vereador Waldemir José para o enfrentamento.

 

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