Metalúrgicos desvendam ‘o plano maléfico’ de Jair Bolsonaro para o Amazonas

Medidas do presidente JAIR e a intenção do falso Messias - foto: recorte

O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas, Valdemir Santana, entende que Bolsonaro pretende, – entenda-se aí Paulo Guedes – Arthur Lira -, reduzir a oferta de empregos nas indústrias, derrubar a arrecadação do Estado, causar dificuldades financeiras para a população, forçar atrasos na folha de pagamento das prefeituras e do governo para justificar a abertura de garimpos, venda de madeiras e invasão das terras indígenas.

Esse plano, segundo o sindicalista, é falho. Isso já aconteceu na Alemanha de Hitler e o resultado foi totalmente catastrófico para a humanidade, com reflexos nefastos impactando os países europeus até hoje. “O Amazonas não vai servir de laboratório para experiências desumanas, cruéis e mortais para milhares de pais de famílias do Estado, com reflexos para a população brasileira”, acentua.

Falso Messias

Valdemir supõe que depois do plano maléfico ser concluído, Bolsonaro aparece como o ‘falso Messias’ profetizando a recuperação econômica do Amazonas através dos garimpos e do desmatamento. “Só que o caboclo não é leso, já entendeu a jogada da esquipe do mal, que está instalada no governo federal”, pontua ele.

Santana afirma que o Amazonas tem todas as condições de, a partir das indústrias, iniciar um novo modelo econômico sustentável para o Estado, aproveitando as potencialidades da biodiversidade regional como: a indústria farmacêutica, cosmética e, principalmente, a água pura e potável dos aquíferos da região.

Está incluso no projeto do sindicalista a criação de peixe em cativeiro, em grande escala, para alimentar o mundo. A instalação de painéis solar no interior do Estado, é um aditivo a mais para melhorar o armazenamento e a distribuição da produção pesqueira.

Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas, Valdemir Santana – foto: recorte

Água potável

O estado tem hoje 32% de toda a água doce do mundo, tem milhares de toneladas de minérios nas jazidas no seu subsolo, tem os ‘rios aéreos’ que controlam o clima no planeta.

“É preciso que o Brasil entenda, que o Amazonas é estratégico para o Brasil e para o mundo e, o Bolsonaro não pode continuar editando decretos para destruir a Amazônia, mais pela antipatia que ele tem com alguns políticos da região ou, por compromissos não revelados com o capital internacional”, deduz.

No entendimento do sindicalista, por despreparo ou desconhecimento da Amazônia, o presidente perdeu uma grande oportunidade de ter essa região como espelho do seu governo.

Investindo na Amazônia, Bolsonaro seria bem visto pelo mundo, traria investimento para o Brasil, conquistaria a simpatia dos brasileiros. “Mas isso é para quem tem capacidade administrativa e conhecimento intelectual, coisas que Bolsonaro definitivamente não tem”, finaliza Valdemir.

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