
O Ministério Público do Amazonas (MPAM) instaurou um inquérito civil para apurar os danos ambientais e os riscos à saúde pública causados pelo suposto vazamento de gás estireno na unidade IV da Videolar-Innova S/A, ocorrido em 15 de julho, em Manaus.
O procedimento, assinado pela promotora de Justiça Ana Cláudia Daou, foi aberto após relatos de forte odor em diferentes áreas da capital, atribuído ao vazamento. Segundo o MPAM, a exposição ao estireno pode causar irritação nos olhos e no nariz, além de dores de cabeça, tontura e fadiga.
Como primeiras medidas, o órgão requisitou ao Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) e à Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas) documentos e informações sobre o caso. Entre os pedidos estão o licenciamento ambiental da empresa, relatórios de fiscalização e monitoramento, procedimentos administrativos instaurados após o incidente e avaliações técnicas sobre possíveis danos ambientais e riscos à saúde da população. Os órgãos têm prazo de 10 dias para responder.
Fonte: mpam




