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O preço da traição: Lula avança, Flávio desaba arrastado pelo “Tariflávio e o irmãozão’ Daniel Vorcaro

Lula avança nas pesquisas embalado pela traição de 'Tariflávio' - foto: recorte/montagem/redes sociais

Há verdades que só se revelam com o tempo. Há verdades, e farsas, que se mostram pelas ações. As consequências podem ser atestadas pelos números da pesquisa eleitoral Vox Brasil que vieram a público nesta semana, exatos quatro meses antes do 1º turno das eleições presidencial.

Eles mostram o presidente Inácio Lula da Silva Lula dando um salto à frente e o seu adversário desabando, o senador intitulado rachadinha Flávio Bolsonaro, cujo apelido, Tariflávio, não é à toa, acaba de ser celebrizado inclusive em inglês pelo Financial Times.


Segundo o levantamento de intenções estimuladas de voto, Lula experimenta uma arrancada diante de Flávio.

O presidente registra 42,1% das intenções de voto, contra 33,6% de Flávio, uma diferença de 8,5 pontos percentuais.

A pesquisa indica avanço do presidente em relação às rodadas anteriores. Desde meados de maio, Lula subiu 7,8 pontos percentuais, passando de 34,3% para 42,1%. No mesmo período, Flávio Bolsonaro recuou 2,9 pontos, de 36,5% para 33,6%.

Revelações tenebrosas

Neste período, surgiram novas revelações relativas a tenebrosas transações, inicialmente negadas, entre Flávio e seu “irmãozão” megafraudador bilionário Daniel Vorcaro, o dono do Banco Master, para o financiamento superfaturado do filme chapa branca Dark Horse, sobre a vida de Jair Bolsonaro.

A essa associação criminosa oculta com um banqueiro que ameaçava adversários e funcionários de violência física, Flávio juntou a celebração de medidas do presidente de um outro país, os Estados Unidos, contra o Brasil.

Com mão militar

Festejou a inédita oficialização para que o imperialismo ianque concedesse a ele mesmo, com a desculpa de combate a facções narcotraficantes, a autorização para agredir o Brasil, inclusive ‘manu militari‘ (com mão militar) e à revelia das autoridades e das leis brasileiras, permitindo, se necessária, a invasão das fronteiras do país.

Jamais na história brasileira se viu traição semelhante à pátria – para ele o ‘Brasil não está acima de todos’

É a confissão mais descarada de subserviência e de entreguismo, justo por quem dizia dizer estar o Brasil acima de todos. À parte, fica evidente o recurso acovardado ao amigo do norte metido a valentão. A quem prestaria continência um presidente Flávio Bolsonaro? Teria por senhor o povo brasileiro ou o ocupante da Casa Branca que, aliás, vem de ser derrotado pelo Irã?

A virada no cenário eleitoral está longe ainda de refletir tudo o que está por vir. O eleitor ainda não presta atenção ao pleito. A distância da eleição e a Copa do Mundo ainda se interpõem à campanha eleitoral.

Linhas gerais estão traçadas

O presidente Lula chega muito competitivo ao semestre final de seu mandato, com muitas entregas a divulgar. Tem a seu favor um histórico coerente de mandatos voltados para a luta ativa contra a desigualdade. Instrumentos de transferência de renda em políticas consistentes acabam de inserir o Brasil no grupo de países de alto desenvolvimento humano. A vitória contra a vergonha da fome e da miséria em meio a tanta riqueza é a recompensa do esforço humanista e civilizatório de uma geração.

No limite, Lula avança e está a apenas 5 pontos percentuais da vitória no primeiro turno.

É possível contemplar cenário ainda mais favorável, pois a consulta do Vox Brasil não capturou todo o impacto do novo tarifaço dos Estados Unidos contra o Pix, o meio de pagamento gratuito genuinamente brasileiro que virou paixão nacional.

Flávio/Eduardo Bolsonaro, fotografados em situação suplicante com Trump na Casa Branca, querem beneficiar cartões concorrentes estadunidenses que cobram taxas em cada transação. Nas redes, as críticas avassaladoras ao Tariflávio dispensam explicações.

Com a ajuda da traição de Flávio e do bolsonarismo, Lula encarnou a defesa do Pix, aproximando-se ainda mais da imensa maioria dos brasileiros que de fato prezam o Brasil e suas aspirações de sucesso acima de tudo.

Não existe crime mais grave do que a traição à pátria. Em tempos de guerra, ele é punido até com a morte. Agora ele deve ser vingado não só pela lei, como pelo voto.

Com informações Brasil 247

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