O que é Tristeza?(Por Max Diniz Cruzeiro)

Neurocientista Max Diniz Cruzeiro(DF)
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Muito se fala nos efeitos e consequências em que a tristeza é capaz de gerar dentro de um indivíduo, mas não existe a construção de um pensamento até então que defina a sensação de falta de energia, uma letargia do agir, uma aspereza quanto ao fator de ânimo, uma angústia que jamais termina e que habita a mente impedindo a pessoa de progredir.
Eu me concentro nas causas porque quando elas são percebidas é possível direcionar o foco e mudar o sentido da vida. Com os efeitos o princípio da vida já foi perdido, porque já houve reprodução do estado nostálgico dentro do indivíduo.

Sei que a pessoa vive em constante canalização para a sintetização de princípios e valores na geração contínua de aptidão na forma de estruturas motivacionais que legitimam uma ação.

Quando eu estou a canalizar um fato, em sintonia deste minha alma caminha. E em projeções meu pensamento deriva até repousar no elemento em que o foco faz fixar meu pensamento.

Pobre de mim se o repouso da mente encontrar no seu percurso um nó. Sendo um nó um pensamento fixo que não me deixa dar passagem para que meu pensamento prospere.

E mais desalento torna meu pensamento se minha mente caminhar de um nó para outro represento o meu fluxo de pensamento.

Assim minha ausência encontrará somente fluída de desespero, porque estou preso no emaranhado de sinapses nervosas.

Então vem o pesadelo da motivação que não se forma, porque o pensamento isola meu coração que quer ser liberto.

Enquanto de nó em nó um círculo se forma, minha mente brinca revolta em um sentir de uma sensação profunda de letargia.

Se pelo menos tivesse alguém que gritasse para mim neste instante: MUDA O FOCO QUE O SENTIMENTO TERMINA. Compreenderia o que verdadeiramente é a felicidade.

Assim faz um sábio, que ao notar que o nó condiciona o pensamento ao extermínio é capaz de abandonar o apego pelo sentimento que definha, para deixar que o nó se desfaça sozinho.

Amarei-te sempre, onde a mente repousar, assim se condiciona a mente de quem sofre. Não deixarei você morrer dentro de mim. O confinamento do pensamento gera a motivação recorrente para o desterro da mente que está doente, do coração que definha da sorte ingrata da vida.

E os motivos alimentam os nós que ao entrarem em mecanicidade fecham um circuito que somente os efeitos e as consequências são sentidos.

Então para que prosperar o sentimento que corrompe a mente, então para que deixar o circuito ativo. A cura é a mudança de foco…mesmo que o nó continue lá ativo. Com o tempo o que não mais se alimenta de fome padece. E o elo formando pela concentração do novo foco transforma a vida dentro da vibração que o espírito deseja satisfazer sua vontade.

Os nós impedem que a vontade seja exercida, então toda alma que anseia se libertar padece na prisão, como os pássaros que engaiolados perdem a vontade pelo seu canto.

Não confunda nós com a sua limitação em agir, ou seja, aqueles pontos que você necessita para denotar suas preferencias para si mesmo e que constroem ativamente sua personalidade.

Um nó é uma represa, um dique que não deixa a energia fluir através do limite de sua personificação (ego) as sensações que você condicionou a ter.

Muitos pensam que a vida deve ser liberta integralmente das preferências do ambiente a transformar em imaterialidade impressões dos matizes de impressões dos sentidos.

Sofrer agora é escolha sua, se definhar é preciso para tirar de experiência própria um ensinamento a ser repassado para outra geração você então sinta a tristeza necessária para ajudar a quem do ensinamento possa necessitar.

Então você encontrará lá no fundo o nó da felicidade, e vai desejar que ele nunca fosse desfeito.

Porém para a alegria é necessário mais vigor, mais excitação e mais energia. Por isto os laços, nós e matizes podem ser desfeitos com mais frequência.

Aqui vai mais uma observação sejas teimoso ou teimosa em ser verdadeiramente feliz mesmo que o olhar exterior não compreenda o verdadeiro sentido oculto de sua felicidade.

A opção agora é sua, tristeza ou não ignorar a si mesmo. A perfeição se conquista com o olhar crítico em torno de si mesmo, não na especulação do olhar do próximo.( Max Diniz Cruzeiro – Neurocientista Clínico, Psicopedagogo Clínico e Empresarial )

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