Prefeitura de Manaus chega à marca de 10 mil metros de pontes construídos

Foto: João Viana / Arquivo Semcom

A Prefeitura de Manaus, por meio da Casa Militar (Defesa Civil), já construiu, por determinação do prefeito David Almeida, mais de 10 mil metros de pontes provisórias durante a operação “Cheia 2021”, realizada na capital e zona rural.

Ao todo, 20 bairros foram atendidos no município. Nesta sexta-feira, 11/6, a cota do rio Negro permanece na marca de 30 metros, atingida no último sábado, 5/6.

Para o secretário municipal chefe da Casa Militar, tenente William Dias, o ato é um feito histórico, visto que na última cheia histórica em 2012, que atingiu a marca de 29,97 metros, foram atendidos aproximadamente 10 bairros e construídos 5 mil metros de pontes.

Foto: João Viana / Arquivo Semcom

“Por uma determinação do prefeito de Manaus, David Almeida, iniciamos os trabalhos com a missão de atender as aproximadamente 4 mil famílias que seriam atingidas pela cheia. Inicialmente catalogamos 15 bairros que seriam atingidos com a cota de 29,97, que era uma base que tínhamos com a cheia de 2012.

Mas, ao atingirmos a marca dos 30 metros, outros bairros foram afetados e iniciamos as construções de pontes provisórias. É uma cheia histórica e também um trabalho histórico para a Prefeitura de Manaus, que tem se empenhado para atender a população impactada pela subida do rio Negro”, ressaltou o secretário da Casa Militar.

Foto: João Viana / Arquivo Semcom

A operação iniciou em abril e atendeu os bairros Educandos, São Jorge, Jardim Mauá, Vila da Felicidade, Parque Mauá, Aparecida, Presidente Vargas, Glória, Santo Antônio, Compensa, Cidade Nova, Centro, Cachoeirinha, Mauazinho, Colônia Antônio Aleixo, Raiz, Vila da Prata, Betânia, Puraquequara e Crespo. Dentre eles, os mais afetados foram Educandos, São Jorge e Mauazinho.

Atendimento 199

Devido a cheia histórica acima dos 30 metros, a Defesa Civil municipal ressalta que a população pode entrar em contato por meio da Central 199, para solicitar a construção de pontes em locais que não entraram no mapeamento realizado pelo órgão.

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