Rodoviários queriam comprar a empresa Açaí mas o dono preferiu a falência

Presidente Givancir de Oliveira conversando com os rodoviários - foto: Gabriel Guimarães

Embora a Prefeitura de Manaus já tenha garantido emprego, os funcionários da Açaí ainda tinham a intenção de assumir a empresa. Uma reunião estava prevista entre o Sindicato dos Trabalhadores do Transporte Urbano e a diretoria da empresa.

“Houve uma negociação às escondidas, na qual decidiram que algumas linhas da Açaí seriam assumidas pela empresa Eucatur, Vega, Líder e São Pedro a partir deste sábado. Os trabalhadores serão remanejados para estas companhias”, disse o presidente dos Rodoviários Givancir de Oliveira.

Entretanto, em uma reunião anterior, tinha sido acertado que os trabalhadores poderiam assumir a empresa, em uma espécie de sociedade coletiva. “Inicialmente, cada funcionário da Açaí ficaria como sócio, mas resolveram às escondidas, que não repassariam as ações para os trabalhadores, o que não podemos aceitar”, antecipou Givancir.

O objetivo dos funcionários da Açaí, segundo Oliveira, era firmar a sociedade para assumir o comando da Açaí. “Já havíamos conversado com o dono da empresa Açaí, Carmine Furlet.

Em uma negociação anterior a empresa de ônibus Parintins foi vendida para a Açaí e teve acordo cumprido pelos proprietários, ninguém saiu perdendo. “Mas de forma desleal, resolveram dar mais um golpe nos trabalhadores”, enfatizou o presidente da categoria.

Com a sociedade, a intenção dos trabalhadores da Açaí era prestar um serviço de melhor qualidade para os usuários. Melhor do que o que vem sendo prestado até agora.

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