Secretários de Amazonino distribuem brindes dentro das repartições

Secretário de Habitação Diego Afonso faz justa homenagem aos pais, só que fora de lugar - foto: Facebook

A semana que antecedeu o Dia dos Pais foi repleta de comemorações, com distribuição de presentes e brindes, em justa homenagem aos pais, feitas por secretários de governo, aos funcionários das pastas. Tudo estaria na mais completa normalidade, se a distribuição não tivesse sido feita dentro de repartições públicas, por secretários e em pleno período eleitoral e com a foto do chefe candidato à vista.

Entre eles, está o Superintendente de Habitação do Amazonas (Suhab), Diego Afonso, que ainda fez questão de postar em suas redes sociais, a confraternização junto aos servidores. Na foto publicada, em seu perfil no Instagram, aparecem vários presentes a ser distribuídos. O detalhe, é que muitos dos brindes são de grifes renomadas.

Secretário de Habitação Diego Afonso faz justa homenagem aos pais, só que fora de lugar – foto: Facebook

Quem também parece não se importar com as ‘vedações eleitorais’ vigentes desde o último dia 7 de julho deste ano, é a atual titular da Secretaria de Assistência Social (Seas), e do Fundo de Promoção Social, Mônica Mendes, sobrinha do governador, que, também, segundo fontes, e postagens em redes sociais, promoveu um momento de “mimo” para os seus funcionários na Sede do Governo, em alusão à data comemorativa.

De acordo com a Lei 9.504/97, em ano eleitoral é proibida a distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios pela administração pública, exceto nos casos de calamidade pública, de estado de emergência ou de programas sociais autorizados em lei e já em execução orçamentária no exercício anterior.

Print do perfil do Face de Diego Afonso – foto: print

Em plena corrida eleitoral a equipe de Amazonino Mendes segue o mesmo rito do atual governador em querer distribuir ‘presentes’, com a nítida impressão de estar trocando por votos. Vendo os adversários cada vez mais fortalecidos, face aos vários erros da sua administração, Mendes passa a enxergar mais de perto a impossibilidade de sua reeleição ao Governo e parte para o tudo ou nada.

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