
Representantes de trabalhadores do comércio informal e de feiras livres de Manaus declararam apoio à operação de reordenamento urbano promovida pela Prefeitura no Centro Histórico. Em notas oficiais, a Associação dos Vendedores Ambulantes do Comércio Informal do Amazonas e o Sindicato do Comércio Varejista dos Feirantes destacaram que a medida combate irregularidades, protege a saúde pública e valoriza quem atua de forma legal.
As entidades afirmaram não compactuar com práticas como venda de alimentos vencidos ou armazenamento inadequado, e repudiaram atos de violência contra guardas municipais durante as ações. Para Gigi Maia, presidente da associação, o comércio irregular prejudica também os camelôs legalizados. Já o presidente do sindicato, David Lima da Silva, defendeu que a reorganização chegue também às feiras Manaus Moderna, Feira da Banana e Mercado Adolpho Lisboa.
A operação “Mutirão no Bairro”, iniciada na última segunda-feira (4/8), reúne 16 secretarias e atua em infraestrutura, limpeza, mobilidade, assistência social e ordenamento do comércio. Na primeira fase, foram apreendidos alimentos vencidos, adulterados e mal armazenados por permissionários irregulares. Segundo a Prefeitura, a ação busca oferecer um ambiente mais seguro, organizado e saudável para comerciantes, consumidores e turistas que frequentam o Centro.




