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Blocos de Carnaval ‘explodem em críticas’ aos Bolsonaros pelo Brasil

Na passarela e nas ruas, Carnaval faz rebelião contra o bolsonarismo - foto: Brasil 247
Redação
Escrito por Redação

Em Belo Horizonte, na manhã deste sábado de Carnaval (2), uma multidão estimada em 400 mil pessoas que acompanhava o cortejo do “Então, Brilha”, tradicional bloco de rua mineiro, entoou o coro que deve ser a marca da folia de Momo nas ruas do país em 2019: “Ei, Bolsonaro, vai tomar no c*!”.

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“Doutor, eu não me engano/ o Bolsonaro é miliciano”, foi o refrão do  bloco 77 – Os Originais do Punk, que desfilou na Zona Oeste da capital paulista.

Mas esse não é o refrão mais popular do Carnaval. Dois deles disputam acirradamente qual será o mais gritado:

“ai, ai ai ai, ai ai ai ai ai ai ai, Bolsonaro é o carai” e “Ei, Bolsonaro, vai tomar no c*”

‘Doutor, se eu não me engano, o Bolsonaro é miliciano’ – os blocos em rebelião – refrão de bloco de carnaval – foto: 247

Os blocos são a criação mais popular e tradicional no Carnaval brasileiro, e expressão da espontaneidade e do sentimento do povo. Neste ano, a repulsa a Bolsonaro tem sido a marca dos blocos em todo o país. “Doutor, eu não me engano/ o Bolsonaro é miliciano”, foi o refrão do  bloco 77 – Os Originais do Punk, que desfilou na Zona Oeste da capital paulista; mas não é este o refrão mais popular do Carnaval. Dois disputam acirradamente qual será o mais gritado: “ai, ai ai ai, ai ai ai ai ai ai ai, Bolsonaro é o carai” e “Ei, Bolsonaro, vai tomar no c*”.

Se a repulsa a Bolsonaro dá o tom, as saudades de Lula marcam também o Carnaval: “olê olê olê olá, Lula, Lula” – o velho refrão está sendo cantado em todos os os cantos. Muitos foliões se enfeitam com adereços na cabeça ou adesivos nas roupas com a frase Lula Livre. Outros usaram a fantasia para protestar. Diversas placas com a frase “O PT destruiu a minha vida” faziam piada com o eleitorado de Bolsonaro.

Em Belo Horizonte mais de 400 mil mandam Bolsonaro tomar ‘naquele lugar’ – foto: DCM

Referências ao kit gay, polêmica que surgiu com o Projeto Escola sem Homofobia, da gestão petista, e as fake news apareceram com força. Uma delas virou adereço: as “mamadeiras de piroca” —mamadeiras com pênis de borracha na ponta. Na campanha de 2018, a informação de que Fernando Haddad (PT) pretendia distribuir o item em creches —o que se comprovou ser falso— inundou a internet.

Blog do Esmael – Folha e Brasil 247 

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