Câmara Setorial discute cadeia produtiva da Malva e Juta

Reunião da Câmara Setorial da Cadeira Produtiva de Fibras Naturais.

O presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Fibras Naturais, Muni Lourenço, também presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Amazonas (FAEA), coordenou a reunião da Câmara setorial, que ocorreu nesta terça-feira,27, no auditório de reuniões na sede do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), onde tratou de assuntos direcionados a cadeia de Fibras no Brasil, com representantes dos governos Federal, Estaduais, Produtores e Empresários, que discutem e apontam as temáticas relevantes e que impactam, no processo produtivo e comercial das Fibras.

Foi incluído na pauta assuntos importantíssimos ao desenvolvimento do Amazonas ligados às fibras de juta e malva: liberação da importação de fios e fibras; levantamento do custo de produção da juta/malva; uso da sacaria biodegradável no estoque público de milho; inclusão de SEMENTES de Malva ao PAA do governo.

Do Amazonas estiveram presentes, além de Muni Lourenço, o diretor de Assistência Técnica e Extensão do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável (IDAM), Airton Schneider, Eliana Medeiros representando a OCB/COOMAPEM e Sebastião Guerreiro, presidente do Sindicato de Indústrias de Tecelagem do Amazonas.

Diretor do Airton Schneider, presidente da Faea, Muni Lourenço, representante da OCB/COOMAPEM, Eliana Medeiros e Sebastião Guerreiro, presidente do Sindicato das Indústrias de Tecelagem do Amazonas.

” A cadeia produtiva de Fibras da Malva, Juta e Piaçava tem um grande impacto econômico Estadual, onde envolve mais de dois mil e trezentos (2.300) Agricultores de Base Familiar e que estão em doze (12) municípios, gerando e movimentando a economia local”, salientou Muni Lourenço.

Para o especialista na gestão da informação ao Agronegócio , Thomaz Meirelez, “Se a ‘Compensa’ (governo do Estado) adotar procedimentos simples na cadeia de fibras não precisaremos importar FIOS e FIBRAS de JUTA do outro lado do mundo. Com isso, esse dinheiro que as indústrias vão mandar para Bangladesh para comprar fios e fibras certamente iria parar no bolso do nosso juticultor movimentando a economia do interior. ” afirma o especialista.

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